Assistência técnica autorizada Pressure

Conserto de compressor Pressure NOTUS 20/200V em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o compressor Pressure NOTUS 20/200V (175 psi (12,1 bar)), com garantia no serviço executado.

O maior vertical da linha: 5 cv, 175 psi, 20 pcm e 200 L em apenas 660 x 515 mm de base, com 1900 mm de altura e 146 kg. Entrega pressão industrial ocupando o chão de um armário. Gira devagar, 973 rpm, o que ajuda na durabilidade. Alimentação 220/380V e saída de 1/2". Para indústria leve, ferramentaria e oficina pesada que precisa de 175 psi e não tem área para um horizontal de 1,5 metro.

61 3234-5666
Conserto de compressor Pressure NOTUS 20/200V em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Pressure Linha profissional

Como tratamos o Pressure NOTUS 20/200V na bancada

Altura de 1,90 m com 146 kg exige fixação: o que mais vemos é máquina que trabalhou anos balançando, com trinca no pé e vazamento na base do tanque. Chumbe ou nivele sobre coxim antes de ligar. Depois, a rotina dos 175 psi: óleo em dia, espaço ventilado em volta e dreno diário — nesse porte o volume de condensado é grande e o purgador precisa funcionar.

Quando este modelo chega à nossa bancada, o roteiro é sempre o mesmo: identificar a causa antes de trocar qualquer peça. Boa parte dos equipamentos que recebemos já passou por conserto improvisado, onde se substituiu o conjunto errado e o defeito voltou em semanas.

Como somos assistência autorizada Pressure, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Pressure NOTUS 20/200V

O que mais chega à bancada em compressores de linha profissional, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

"Liga, gira, faz barulho, mas não enche" ou demora muito mais que antes pra chegar na pressão de corte

Primeiro descarte o que é de graça: registro de saída aberto, engate rápido vazando, mangueira furada, dreno mal fechado — encha com tudo fechado e cronometre. Se realmente perdeu rendimento, a ordem de probabilidade é: (1) jogo de válvulas do cabeçote carbonizado/quebrado — lâmina de descarga trincada ou placa de válvulas empenada por superaquecimento; sinal característico é ar pulsando de volta pelo filtro de admissão (põe a mão na frente do filtro: se sopra forte, é lâmina de admissão quebrada ou assento sujo) e cabeçote muito mais quente que o normal; (2) filtro de admissão saturado de pó de lixa/serragem/tinta — em marcenaria e funilaria isso sozinho derruba 20-30% da vazão e é a causa nº1 de "perdeu força" em máquina nova; (3) correia frouxa ou vitrificada patinando na polia — dá guincho na partida, pó preto na guarda e a bomba gira menos que o motor (linha profissional/industrial, acionamento por correia); (4) anel de segmento gasto ou cilindro riscado — aí o carter pressuriza, sai névoa pelo respiro/vareta, aparece óleo no filtro de admissão e o dreno solta emulsão leitosa; (5) junta do cabeçote soprando entre a câmara de admissão e a de descarga — chiado agudo constante, marca preta na junta quando abre; (6) em dois estágios, válvula do 1º estágio ruim ou resfriador intermediário entupido — o manômetro intermediário sobe demais ou nada. Regra de bancada: válvula ruim esquenta o cabeçote e sopra pelo filtro; anel gasto suja o óleo e joga óleo pra frente. Os dois derrubam vazão, mas os sintomas laterais são diferentes.

moderado

Sai óleo junto com o ar — mancha a peça pintada, entope o filtro da pistola, borra na saída

Antes de condenar a bomba, verifique o nível: (1) óleo acima da marca máxima é a causa mais boba e mais comum — o virabrequim bate no óleo, forma névoa e ela sobe pro cilindro; drene até a marca e reteste; (2) anel raspador de óleo gasto/vitrificado ou cilindro com desgaste oval — confirma com óleo no elemento do filtro de admissão, carter respirando forte pela vareta e emulsão marrom clara no dreno; (3) óleo de viscosidade errada (usaram óleo de motor fino, hidráulico ou o famigerado "óleo que estava na prateleira") — óleo fino passa pelo anel bom; use lubrificante específico para compressor de pistão, ISO VG 100; (4) retorno de óleo obstruído/carter respirando mal; (5) filtro de admissão entupido gerando vácuo excessivo, o que literalmente suga óleo pelo anel — de novo o filtro; (6) simplesmente falta de tratamento na saída: todo compressor lubrificado arrasta um pouco de óleo, e pra pintura isso se resolve com filtro coalescente/separador, não com reparo de bomba. Se é linha doméstica isenta de óleo e está saindo óleo, o óleo não é do compressor: veio da linha ou do lubrifil.

moderado

Sai água na pistola/na chave de impacto, peça pintada fica com olho de peixe

Na maioria esmagadora não é defeito da máquina, é física do ar comprimido: comprimir aquece, resfriar condensa. (1) Reservatório sem drenagem — abra o dreno e veja o volume que sai; se sai um copo, a água está indo pra linha; (2) ausência de filtro/separador na saída ou elemento saturado; (3) tubulação errada — mangueira no chão, saída tirada por baixo do tanque em vez de por cima, sem pernas de coleta na rede; (4) compressor subdimensionado trabalhando quase direto, ar sai muito quente e condensa dentro da mangueira já fria; (5) purgador automático travado, em linha industrial; (6) uso em época chuvosa em Brasília sem rotina de dreno diária — de outubro a março o tanque pega água de verdade, na seca quase nada, e é justamente essa alternância que faz o operador esquecer. Para pintura, a solução técnica é filtro coalescente + secador ou pelo menos filtro refrigerado; sem isso, não existe conserto que resolva.

simples

Cabeçote e tubo de descarga muito quentes, cheiro de tinta queimada/óleo cozido

Encoste a mão a 30 cm do cabeçote; se não dá pra chegar perto depois de 10 minutos, algo está errado. (1) Válvula de descarga vazando/lâmina quebrada — o ar comprimido volta pro cilindro e é recomprimido, gerando calor absurdo; é a causa nº1 de cabeçote fervendo; (2) trabalho contínuo acima do ciclo de serviço, ou máquina em canto sem ventilação, encostada na parede, dentro de armário; (3) aletas do cabeçote e volante-ventilador entupidos com pó/tinta/serragem — em marcenaria e funilaria isso é rotina; (4) volante montado ao contrário ou sem a guarda de ar direcionando o fluxo (acontece depois de conserto malfeito); (5) nível de óleo baixo ou óleo degradado, escuro e cheirando a queimado; (6) tubo de descarga carbonizado por dentro, restringindo a passagem — quando abre, sai crosta preta; troque, não tente limpar; (7) rotação acima da nominal por troca de polia errada. Calor não é sintoma isolado: ele é a origem da próxima falha (empena a placa de válvulas, queima a junta, vitrifica o anel). Máquina fervendo trabalhando é ordem de parada.

grave

Barulho de batida metálica, tec-tec ritmado que acompanha a rotação

Escute onde bate. (1) Bronzina/biela com folga por falta de óleo ou óleo velho — batida surda no carter, piora quente, e o óleo geralmente sai escuro com brilho metálico; máquina de correia rodando muito, linha profissional/industrial; (2) pino do pistão folgado ou pistão batendo no cabeçote por junta errada/placa mal montada depois de reparo — batida seca no alto do cabeçote; (3) placa de válvulas solta ou parafuso de cabeçote com torque perdido — chiado + batida, aperta em cruz e some; (4) volante/polia com chaveta batida ou parafuso frouxo — som acompanha exatamente a rotação e some ao desacelerar; (5) rolamento do motor ou do carter — ronco/rangido contínuo, não ritmado; (6) coxim de borracha esfarelado, a máquina bate no chão. Regra: batida ritmada com carga (só quando comprime) é biela/pino; batida contínua mesmo aliviando é rolamento ou volante. Bomba com biela batendo não sai rodando "só mais um pouco": vira virabrequim riscado e aí o orçamento dobra.

grave

Vazamento contínuo de ar pelo pressostato depois que desliga (o "chiado que não para")

Esse é o mais mal-diagnosticado da praça: o pressostato quase nunca é o culpado. (1) Válvula de retenção do reservatório não vedando — o ar do tanque volta pelo cabeçote e sai pela válvula de alívio do pressostato; solução é limpar ou trocar a retenção, que é peça barata; (2) sede da retenção com carvão duro por óleo cozido — comum em máquina com óleo vencido; (3) anel de vedação/O-ring da própria válvula de alívio ressecado — aí sim é o pressostato, mas confirme fechando o registro e observando se o tanque perde pressão; (4) tubinho de alívio trincado. Diferencie: sopro curto ao desligar = normal e desejável (é o alívio pra próxima partida). Sopro contínuo = retenção. Sopro enquanto está enchendo = alívio do pressostato ruim ou diafragma furado.

simples

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Passe água com detergente com o tanque pressurizado nas conexões, dreno, solda do reservatório, engates e mangueira

    Bolha em conexão = aperto ou vedante. Bolha na chapa ou na solda do reservatório = corrosão interna, equipamento condenado (não se solda vaso de pressão). Bolha no dreno = trocar registro, peça de poucos reais que resolve reclamação de "perde pressão".

  2. 02
    Abra o dreno do reservatório com pressão e observe o que sai

    Água limpa: normal, só falta rotina de dreno. Emulsão leitosa/marrom: óleo passando pelo anel. Borra preta com cheiro de queimado: superaquecimento e óleo cozido. Água ferruginosa com escamas: corrosão interna avançada — hora de avaliar o tanque, não a bomba.

  3. 03
    Depois de 10 a 15 minutos rodando, aproxime a mão do cabeçote (sem encostar) e sinta o tubo de descarga

    Calor extremo, cheiro de óleo cozido ou tinta do cabeçote descascando indicam válvula de descarga vazando, ventilação bloqueada, aletas entupidas ou uso acima do ciclo de serviço. Cabeçote fervendo é motivo de parar a máquina antes que empene a placa de válvulas.

  4. 04
    Desligue a máquina cheia e escute o alívio

    O certo é um "pssiu" curto de 1 a 2 segundos e silêncio. Nenhum alívio: unloader entupido — na próxima partida o motor vai tentar arrancar em carga, zumbir e desarmar. Sopro que não para: válvula de retenção passando.

Peças originais Pressure para este modelo

  • Engates rápidos, mangueira PU/borracha, abraçadeiras e conexões de rede
  • Kit de reparo do cabeçote (jogo de lâminas de admissão e descarga + placa de válvulas + juntas)
  • Junta do cabeçote e junta da placa de válvulas
  • Jogo de anéis de segmento (compressão + raspador de óleo)
  • Pistão completo com pino e travas (alumínio, por diâmetro do modelo)
  • Biela com bronzina / biela completa do carter
  • Virabrequim e rolamentos do carter
  • Camisa/cilindro (troca ou retífica com sobremedida de pistão e anéis)

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Registrar horas de trabalho e manter um plano por horímetro ou por calendário: kit de válvulas, pressostato e correia são consumíveis com vida previsível. Em máquina de aluguel ou de uso intensivo, programar a troca preventiva sai muito mais barato que a parada de produção.
  • Anualmente, fazer inspeção externa do reservatório procurando bolhas de pintura, corrosão na parte inferior e na região do dreno, e manter a placa de identificação legível e a documentação NR-13 em dia quando houver empregado no local.
  • Drenar o condensado do reservatório TODO dia ao final do expediente, com pressão no tanque, até sair só ar. É o item que mais evita perda total do equipamento. Em Brasília, mantenha a rotina inclusive na seca (mai-set), quando quase não sai água — é justamente aí que o hábito se perde e o tanque enferruja no período de chuva.
  • Trocar o óleo a cada 200 horas de operação ou aproximadamente 2 meses, o que vier primeiro, usando lubrificante específico para compressor de pistão ISO VG 100. Em máquina nova, antecipar a primeira troca. Conferir o nível semanalmente com a máquina parada, fria e nivelada — e não passar da marca máxima, porque óleo em excesso vira óleo no ar comprimido.
  • Limpar o elemento do filtro de ar de admissão semanalmente (sopro de dentro pra fora) e trocar conforme o ambiente. Em marcenaria, marmoraria e cabine de pintura, encurte o intervalo pela metade: filtro entupido derruba vazão, força vácuo no anel e é a causa mais barata de "perdeu força".

Como funciona o conserto do Pressure NOTUS 20/200V

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Pressure NOTUS 20/200V

Vocês consertam compressor Pressure NOTUS 20/200V?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Pressure em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Pressure NOTUS 20/200V?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em compressores de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Que óleo usar? Posso pôr 20W50 do carro?

Não use óleo de motor. Óleo automotivo tem aditivos detergentes e de combustão que não servem aqui, carbonizam nas válvulas e formam verniz. Use lubrificante específico para compressor de pistão, ISO VG 100 (o MS LUB da Schulz é ISO VG 100, por exemplo, e serve em compressor de pistão de qualquer marca). O intervalo de referência é 200 horas de operação ou cerca de 2 meses, o que vier primeiro — e na primeira troca de máquina nova, bem antes disso, porque sai a limpeza de amaciamento. Máquina em ambiente com muito pó (marcenaria, marmoraria) merece intervalo mais curto.

Está saindo água na minha pistola de pintura. O compressor tem defeito?

Provavelmente não. Comprimir ar aquece e resfriar condensa — água no ar comprimido é consequência normal do processo, não defeito. O que falta é: drenar o reservatório todo dia (ou instalar purgador automático), tirar a saída de ar pela parte de cima do tanque, montar a rede com caimento e pernas de coleta, e instalar filtro/separador. Para pintura automotiva de acabamento, filtro coalescente ou secador não é luxo, é requisito. Aqui em Brasília isso confunde muito o cliente: na seca sai quase nada de água pelo dreno, o pessoal desacostuma, e no período de chuva o tanque enche de água e o problema aparece de uma vez.

Quantos pés de ar eu preciso pra pintar carro ou usar chave de impacto?

O erro clássico é comprar por volume de tanque em vez de vazão. Tanque só dá fôlego; quem sustenta o trabalho é a vazão efetiva (pés/min ou pcm). Compare sempre com o consumo da ferramenta declarado pelo fabricante dela e trabalhe com folga de 20-30% em cima disso, porque ferramenta pneumática consome mais conforme desgasta. Regra prática de bancada: pistola de pintura e lixadeira pneumática consomem ar continuamente e derrubam compressor pequeno em minutos; chave de impacto consome em picos e perdoa mais. E cuidado com o número do catálogo: alguns anúncios mostram deslocamento teórico, não vazão efetiva — a vazão efetiva é o que interessa.

Posso ligar um compressor de 5 CV monofásico na minha oficina?

Pode, mas raramente é a melhor escolha. Motor monofásico dessa potência puxa corrente alta e um pico de partida bem maior que a nominal, exigindo cabeamento e disjuntor dimensionados por eletricista e, muitas vezes, aumento de carga junto à concessionária. Se o local tem trifásico disponível, a versão trifásica é mais barata de operar, esquenta menos, parte melhor e cansa menos a instalação. Antes de comprar, mostre a instalação pra gente: já vimos muita máquina boa sendo culpada por defeito que era queda de tensão em cabo subdimensionado.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

Alugue, compre ou solicite uma manutenção: