Assistência técnica autorizada Pressure

Conserto de compressor Pressure SUPER AR 20/200V em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o compressor Pressure SUPER AR 20/200V (175 psi (12,07 bar)), com garantia no serviço executado.

São 5 cv, 175 psi, 20 pcm, 200 L, dois estágios a 973 rpm e 140 kg — o industrial mais vendido da Pressure e o mais indicado para alimentar rede com vários pontos. A combinação de 20 pcm com 175 psi cobre impacto, pintura, pulverização e acionamento simultâneo sem oscilar. Alimentação em 110/220V, 220V ou 220/380V, saída de 1/2". Para oficina de um posto só, sobra capacidade e o investimento não se paga.

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Conserto de compressor Pressure SUPER AR 20/200V em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Pressure Linha industrial

Como tratamos o Pressure SUPER AR 20/200V na bancada

Volume alto de ar significa volume alto de condensado: purgador automático entupido é a causa mais frequente de água descendo pela linha e estragando pintura. Depois vem o conjunto elétrico, contator e relé térmico. Instale filtro e, se possível, secador na saída, verifique o purgador toda semana e mantenha as trocas de óleo em dia pela contagem de horas trabalhadas.

Consertar este equipamento com peça original e diagnóstico correto normalmente custa uma fração de um equipamento novo. O que encarece o reparo é o tempo que se leva até trazê-lo: pequenos defeitos ignorados viram troca de conjunto.

Como somos assistência autorizada Pressure, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Pressure SUPER AR 20/200V

O que mais chega à bancada em compressores de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

"Liga, gira, faz barulho, mas não enche" ou demora muito mais que antes pra chegar na pressão de corte

Primeiro descarte o que é de graça: registro de saída aberto, engate rápido vazando, mangueira furada, dreno mal fechado — encha com tudo fechado e cronometre. Se realmente perdeu rendimento, a ordem de probabilidade é: (1) jogo de válvulas do cabeçote carbonizado/quebrado — lâmina de descarga trincada ou placa de válvulas empenada por superaquecimento; sinal característico é ar pulsando de volta pelo filtro de admissão (põe a mão na frente do filtro: se sopra forte, é lâmina de admissão quebrada ou assento sujo) e cabeçote muito mais quente que o normal; (2) filtro de admissão saturado de pó de lixa/serragem/tinta — em marcenaria e funilaria isso sozinho derruba 20-30% da vazão e é a causa nº1 de "perdeu força" em máquina nova; (3) correia frouxa ou vitrificada patinando na polia — dá guincho na partida, pó preto na guarda e a bomba gira menos que o motor (linha profissional/industrial, acionamento por correia); (4) anel de segmento gasto ou cilindro riscado — aí o carter pressuriza, sai névoa pelo respiro/vareta, aparece óleo no filtro de admissão e o dreno solta emulsão leitosa; (5) junta do cabeçote soprando entre a câmara de admissão e a de descarga — chiado agudo constante, marca preta na junta quando abre; (6) em dois estágios, válvula do 1º estágio ruim ou resfriador intermediário entupido — o manômetro intermediário sobe demais ou nada. Regra de bancada: válvula ruim esquenta o cabeçote e sopra pelo filtro; anel gasto suja o óleo e joga óleo pra frente. Os dois derrubam vazão, mas os sintomas laterais são diferentes.

moderado

"Tenta ligar e para", zumbe, dá tranco e desarma — só volta se soltar o ar do tanque

Isso é partida em carga na esmagadora maioria dos casos, e é elétrico só na aparência. (1) Válvula de alívio do pressostato (unloader) entupida com carvão ou tubinho de alívio quebrado/desconectado — o cabeçote e o tubo de descarga ficam pressurizados e o motor tenta arrancar contra pressão; sintoma de apoio: ao desligar não solta o "pssiu"; (2) válvula de retenção passando — o tanque cheio empurra ar de volta pro cabeçote e produz o mesmo efeito; (3) capacitor de partida estufado, ressecado ou com valor caído — comum na linha doméstica e em máquina que trabalha em rede com tensão fraca; motor zumbe, esquenta e não sai do lugar mesmo com o tanque vazio; (4) queda de tensão na instalação — cabo fino, extensão longa, emenda ruim; teste ligando com a rede aliviada e meça a tensão no momento da partida; (5) chave centrífuga/platinado sujo em motores monofásicos que ainda usam esse sistema; (6) bomba travando por biela agarrada/falta de óleo — gira duro com a mão no volante, e aí não adianta trocar capacitor. Ordem de bancada: primeiro solta o ar do tanque e tenta ligar. Se ligar vazio e não ligar cheio, é alívio/retenção. Se não ligar nem vazio, é elétrico ou mecânico.

moderado

Sai água na pistola/na chave de impacto, peça pintada fica com olho de peixe

Na maioria esmagadora não é defeito da máquina, é física do ar comprimido: comprimir aquece, resfriar condensa. (1) Reservatório sem drenagem — abra o dreno e veja o volume que sai; se sai um copo, a água está indo pra linha; (2) ausência de filtro/separador na saída ou elemento saturado; (3) tubulação errada — mangueira no chão, saída tirada por baixo do tanque em vez de por cima, sem pernas de coleta na rede; (4) compressor subdimensionado trabalhando quase direto, ar sai muito quente e condensa dentro da mangueira já fria; (5) purgador automático travado, em linha industrial; (6) uso em época chuvosa em Brasília sem rotina de dreno diária — de outubro a março o tanque pega água de verdade, na seca quase nada, e é justamente essa alternância que faz o operador esquecer. Para pintura, a solução técnica é filtro coalescente + secador ou pelo menos filtro refrigerado; sem isso, não existe conserto que resolva.

simples

Cabeçote e tubo de descarga muito quentes, cheiro de tinta queimada/óleo cozido

Encoste a mão a 30 cm do cabeçote; se não dá pra chegar perto depois de 10 minutos, algo está errado. (1) Válvula de descarga vazando/lâmina quebrada — o ar comprimido volta pro cilindro e é recomprimido, gerando calor absurdo; é a causa nº1 de cabeçote fervendo; (2) trabalho contínuo acima do ciclo de serviço, ou máquina em canto sem ventilação, encostada na parede, dentro de armário; (3) aletas do cabeçote e volante-ventilador entupidos com pó/tinta/serragem — em marcenaria e funilaria isso é rotina; (4) volante montado ao contrário ou sem a guarda de ar direcionando o fluxo (acontece depois de conserto malfeito); (5) nível de óleo baixo ou óleo degradado, escuro e cheirando a queimado; (6) tubo de descarga carbonizado por dentro, restringindo a passagem — quando abre, sai crosta preta; troque, não tente limpar; (7) rotação acima da nominal por troca de polia errada. Calor não é sintoma isolado: ele é a origem da próxima falha (empena a placa de válvulas, queima a junta, vitrifica o anel). Máquina fervendo trabalhando é ordem de parada.

grave

Vazamento contínuo de ar pelo pressostato depois que desliga (o "chiado que não para")

Esse é o mais mal-diagnosticado da praça: o pressostato quase nunca é o culpado. (1) Válvula de retenção do reservatório não vedando — o ar do tanque volta pelo cabeçote e sai pela válvula de alívio do pressostato; solução é limpar ou trocar a retenção, que é peça barata; (2) sede da retenção com carvão duro por óleo cozido — comum em máquina com óleo vencido; (3) anel de vedação/O-ring da própria válvula de alívio ressecado — aí sim é o pressostato, mas confirme fechando o registro e observando se o tanque perde pressão; (4) tubinho de alívio trincado. Diferencie: sopro curto ao desligar = normal e desejável (é o alívio pra próxima partida). Sopro contínuo = retenção. Sopro enquanto está enchendo = alívio do pressostato ruim ou diafragma furado.

simples

Vazamento no próprio reservatório: bolha na pintura, ferrugem escorrendo, poro perto do dreno

(1) Corrosão interna por água nunca drenada — é a causa de 9 em cada 10 casos e ela vem de dentro pra fora, então o que você vê é a ponta do iceberg; (2) rosca do dreno/bujão corroída; (3) solda de fábrica com poro (raro, geralmente aparece cedo na vida do equipamento); (4) tanque que já foi "remendado" com solda por alguém — pior cenário, porque a solda mudou a estrutura sem qualquer ensaio. Reservatório é vaso de pressão: furou por corrosão, condena. Não se solda, não se aplica massa plástica, não se pinta por cima. A bomba, o motor e o pressostato podem ser aproveitados num tanque novo, e muitas vezes é isso que se faz na linha profissional; na doméstica, quase nunca fecha a conta.

grave

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Passe água com detergente com o tanque pressurizado nas conexões, dreno, solda do reservatório, engates e mangueira

    Bolha em conexão = aperto ou vedante. Bolha na chapa ou na solda do reservatório = corrosão interna, equipamento condenado (não se solda vaso de pressão). Bolha no dreno = trocar registro, peça de poucos reais que resolve reclamação de "perde pressão".

  2. 02
    Abra o dreno do reservatório com pressão e observe o que sai

    Água limpa: normal, só falta rotina de dreno. Emulsão leitosa/marrom: óleo passando pelo anel. Borra preta com cheiro de queimado: superaquecimento e óleo cozido. Água ferruginosa com escamas: corrosão interna avançada — hora de avaliar o tanque, não a bomba.

  3. 03
    Depois de 10 a 15 minutos rodando, aproxime a mão do cabeçote (sem encostar) e sinta o tubo de descarga

    Calor extremo, cheiro de óleo cozido ou tinta do cabeçote descascando indicam válvula de descarga vazando, ventilação bloqueada, aletas entupidas ou uso acima do ciclo de serviço. Cabeçote fervendo é motivo de parar a máquina antes que empene a placa de válvulas.

  4. 04
    Desligue a máquina cheia e escute o alívio

    O certo é um "pssiu" curto de 1 a 2 segundos e silêncio. Nenhum alívio: unloader entupido — na próxima partida o motor vai tentar arrancar em carga, zumbir e desarmar. Sopro que não para: válvula de retenção passando.

Peças originais Pressure para este modelo

  • Junta do cabeçote e junta da placa de válvulas
  • Jogo de anéis de segmento (compressão + raspador de óleo)
  • Pistão completo com pino e travas (alumínio, por diâmetro do modelo)
  • Biela com bronzina / biela completa do carter
  • Virabrequim e rolamentos do carter
  • Camisa/cilindro (troca ou retífica com sobremedida de pistão e anéis)
  • Pressostato completo com alavanca, diferencial e válvula de alívio (versões 120 e 140 lbf/pol², mono e trifásico)
  • Válvula de retenção do reservatório (bujão de retenção)

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Drenar o condensado do reservatório TODO dia ao final do expediente, com pressão no tanque, até sair só ar. É o item que mais evita perda total do equipamento. Em Brasília, mantenha a rotina inclusive na seca (mai-set), quando quase não sai água — é justamente aí que o hábito se perde e o tanque enferruja no período de chuva.
  • Trocar o óleo a cada 200 horas de operação ou aproximadamente 2 meses, o que vier primeiro, usando lubrificante específico para compressor de pistão ISO VG 100. Em máquina nova, antecipar a primeira troca. Conferir o nível semanalmente com a máquina parada, fria e nivelada — e não passar da marca máxima, porque óleo em excesso vira óleo no ar comprimido.
  • Limpar o elemento do filtro de ar de admissão semanalmente (sopro de dentro pra fora) e trocar conforme o ambiente. Em marcenaria, marmoraria e cabine de pintura, encurte o intervalo pela metade: filtro entupido derruba vazão, força vácuo no anel e é a causa mais barata de "perdeu força".
  • Verificar tensão e alinhamento da correia a cada mês em máquinas de acionamento por correia, e conferir se a guarda de proteção está no lugar. Correia com brilho vitrificado, desgaste em um só lado ou pó preto na guarda deve ser trocada junto com a correção do alinhamento — trocar só a correia é trocar sintoma.
  • Testar a válvula de segurança periodicamente puxando o anel com o tanque pressurizado e soltando: ela deve espirrar e vedar de novo. Se ficar vazando depois do teste, substitua. Nunca travar, amarrar ou trocar a válvula por outra de pressão diferente.

Como funciona o conserto do Pressure SUPER AR 20/200V

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Pressure SUPER AR 20/200V

Vocês consertam compressor Pressure SUPER AR 20/200V?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Pressure em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Pressure SUPER AR 20/200V?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em compressores de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Preciso de laudo NR-13 no compressor da minha oficina?

Se há empregado trabalhando no local, o reservatório é vaso de pressão e entra no radar da NR-13: exige placa de identificação legível, válvula de segurança em ordem, prontuário e inspeções periódicas por profissional habilitado, com periodicidade que varia conforme a categoria do equipamento (na ordem de anos para exame externo e um intervalo maior para o interno). O enquadramento sai do produto pressão × volume e quem define é o engenheiro que emite o laudo. Nós não emitimos laudo, mas deixamos o equipamento em condição de passar por ele — válvula de segurança testada, manômetro aferido, dreno funcionando e reservatório sem corrosão — e indicamos quem faz a inspeção aqui no DF.

É normal sair um pouquinho de óleo no ar do meu compressor lubrificado?

Um arraste mínimo de névoa de óleo faz parte do projeto de qualquer compressor de pistão lubrificado — é o que lubrifica anel e válvula. O que não é normal é manchar a peça pintada, formar poça no filtro de linha ou o nível do carter baixar visivelmente na semana. A diferença prática: névoa fina, cheiro leve = normal, e se resolve com filtro coalescente. Gotas, mancha oleosa no papelão de teste e óleo no elemento do filtro de admissão = anel gasto ou nível de óleo acima do máximo — e o segundo caso resolve de graça, só drenando até a marca.

Meu compressor novo enche mais devagar do que o do meu amigo em outro estado. Está com defeito?

Nem sempre. Brasília fica em torno de 1.100 metros de altitude, o ar é menos denso e todo compressor aspira menos massa de ar por ciclo do que aspiraria no litoral — a regra prática de engenharia é uma perda de mais ou menos 1% de vazão a cada 100 metros de altitude, então dá pra esperar algo em torno de 10% a menos que o número de catálogo, que é medido ao nível do mar. Isso não é defeito e não estraga a máquina, mas conta na hora de dimensionar: quem compra no limite exato aqui vai achar que o equipamento veio fraco. Se a diferença for muito maior que isso, aí sim vale cronometrar o enchimento e trazer pra checarmos filtro, válvulas e correia.

Compensa consertar meu compressor doméstico de 2 CV com 24/50 litros que não enche mais?

Na maioria das vezes, não — e a gente fala isso antes de abrir. Se for só filtro entupido, pressostato ou válvula de retenção, conserta e vale muito a pena. Agora, se o cabeçote está batido, o cilindro riscado ou o motor queimado, o custo de peças mais a mão de obra passa fácil de 60-70% do preço de um equipamento novo, com a diferença de que o novo sai com garantia. Nossa política é diagnosticar primeiro, dar o orçamento com o que realmente precisa e dizer honestamente quando o melhor negócio é comprar outro. O que quase sempre vale mais a pena, se o cliente vive quebrando compressor doméstico, é subir para uma máquina de linha profissional: ele estava usando ferramenta de hobby em regime de oficina.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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