Assistência técnica autorizada

Conserto de aspirador em Brasília-DF

Diagnóstico, peças originais e garantia no serviço para aspiradores das principais marcas do mercado. 28 modelos catalogados, com página própria de defeitos e peças.

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Como funciona o aspirador e o que mais desgasta

O aspirador de pó e água é, na bancada, um motor universal de escova de carvão girando em altíssima rotação acoplado direto a uma turbina de pás, que cria depressão dentro de um tanque vedado; toda a "força" que o cliente sente é diferença de pressão (mbar) somada a vazão de ar (L/s) — não é watt. Nas linhas doméstica e profissional leve o motor é de fluxo direto: o mesmo ar aspirado passa por dentro do enrolamento e é o que resfria o motor, então trabalhar com filtro cego, mangueira entupida ou tanque cheio equivale a rodar sem refrigeração; nas linhas profissional pesada e industrial o motor é bypass, com ventoinha de refrigeração independente, e por isso aguenta ciclo contínuo. O que mais mata esses equipamentos, na ordem: pó fino (gesso, rejunte, cimento, cinza, toner) que cega o filtro e faz o motor cozinhar, água e espuma que passam pela boia de segurança e entram na turbina, e escova de carvão que ninguém troca até ela riscar o coletor.

Na Nova Alta Pressão, todo reparo começa pelo diagnóstico: abrimos o equipamento, identificamos a causa real e só então informamos o orçamento. Trabalhamos com peça original das marcas que representamos e damos garantia no serviço executado.

Defeitos de aspirador que mais chegam à bancada

Do sintoma à causa provável. É o mesmo raciocínio que usamos no diagnóstico, na ordem em que descartamos as hipóteses.

"Liga normal, o motor ronca, mas não puxa nada" / "perdeu a força"

É o campeão absoluto de entrada na bancada e quase nunca é motor. Ordem de descarte: (1) FILTRO SATURADO — 6 em cada 10 casos. Pó de gesso, rejunte, cimento, cinza e serragem fina cegam o cartucho plissado ou o filtro de pano POR DENTRO; por fora ele parece só empoeirado, mas contra a luz não passa claridade nenhuma. Teste que confirma na hora: tira o filtro, liga 10 segundos com a mão na entrada — se a sucção volta violenta, é filtro. (2) TANQUE CHEIO OU BOIA LEVANTADA — o som muda: o motor fica agudo, acelerado, porque está girando sem carga de ar. (3) OBSTRUÇÃO na mangueira, tubo ou bocal: estopa, pano de chão, saco plástico, grumo de massa corrida, meia. Diferencia-se do filtro pelo teste da boca do tanque: solta a mangueira e testa a sucção direto na entrada do tanque — se ali puxa forte, o problema está da mangueira pra frente. (4) VEDAÇÃO: guarnição da tampa ressecada, achatada ou fora do canal, borda do tanque amassada (clássico de obra e de locadora), trava de fecho arrebentada. O motor puxa ar falso pela junta e a depressão despenca sem nenhum sintoma sonoro. (5) FURO/TRINCA NA MANGUEIRA, quase sempre na saída do punho ou no primeiro palmo junto ao engate, que são os pontos de maior flexão. (6) ESCOVA DE CARVÃO NO FIM — mas aí o motor NÃO está "normal": gira mais devagar, esquenta, faísca pelo respiro. Se o cliente diz que o barulho está igual ao de antes, esqueça carvão. (7) Só por último: turbina com pás lascadas ou folga de rolamento, e isso normalmente vem depois de "sugou um parafuso/caco de vidro".

"Não liga, não faz nem barulho" / "morreu do nada"

Ordem de descarte: (1) ALIMENTAÇÃO — antes de abrir qualquer coisa, ligar direto na tomada da parede, sem extensão e sem filtro de linha. Muito equipamento chega "queimado" e é disjuntor da obra ou extensão com fio rompido. (2) CABO ROMPIDO INTERNAMENTE, na saída da carcaça ou dentro do plugue — o pessoal desliga puxando pelo fio. A isolação fica perfeita por fora e o condutor está partido por dentro; teste ligando o aparelho e mexendo o cabo devagar perto do prensa-cabo. (3) INTERRUPTOR — em pó e água a chave é peça de desgaste: umidade oxida o contato e pó fino entra na basculante. Continuidade dá aberto com a chave em ON. É a peça mais barata dessa lista e resolve um monte de "não liga". (4) ESCOVA DE CARVÃO CONSUMIDA ATÉ A MOLA — motor mudo, sem estalo nenhum; puxa a tampinha e o carvão está no talo, com a trança encostando no coletor. Nesse caso o coletor quase sempre está ranhurado e só trocar o carvão dura pouco: tem que facear. (5) PROTETOR TÉRMICO ABERTO (linhas profissional/industrial): se o cliente diz que parou quente e voltou depois de 30 minutos, é térmico e a causa real está no entupimento/ciclo de trabalho. (6) ENROLAMENTO ABERTO — resistência infinita entre as escovas; quase sempre veio acompanhado de cheiro. (7) Nos modelos com tomada sincronizada, módulo/relé travado impedindo o acionamento.

"Cheiro de queimado" / "soltou fumacinha pelas grades"

Ordem de probabilidade: (1) ESCOVA DE CARVÃO NO FIM — a trança de cobre passa a riscar o coletor, faísca forte e cheiro característico de verniz queimado. Se o cliente trouxe cedo, é o melhor cenário: troca o par, faceia e limpa o coletor, sopra o pó de carvão e o motor volta inteiro. (2) MOTOR RODANDO SEM AR — filtro cego, mangueira entupida, tanque cheio. Como no motor de fluxo direto o ar aspirado É a refrigeração, 20 a 30 minutos assim já cozinha o induzido. Abrindo, o verniz das espiras está cor de caramelo/marrom e o cheiro fica impregnado. (3) ENTRADA DE ÁGUA — cheiro diferente, mais ácido/mofado, acompanhado de oxidação esverdeada nas lâminas do coletor e ferrugem no eixo. (4) ESPIRA EM CURTO no induzido ou no campo: cheira mesmo com o filtro limpo, perde força conforme aquece e às vezes derruba o disjuntor. Diagnóstico definitivo é bancada, não é conversa de balcão. (5) ROLAMENTO TRAVANDO — o cheiro é de graxa queimada, não de verniz, e vem sempre precedido de chiado metálico que o cliente ignorou por semanas. Regra de bancada: cheiro de queimado com equipamento ainda funcionando = trazer imediatamente; cada hora de uso a mais transforma um serviço de carvão em uma troca de motor.

"Ele joga a poeira de volta na sala" / "sai fumacinha branca pela saída de ar"

Ordem: (1) RODANDO SEM O FILTRO DE PANO/CARTUCHO — o cliente tirou pra aspirar água e não recolocou. Óbvio, mas é a maioria. (2) FILTRO RASGADO, geralmente na costura do elástico, no pé da pluma ou furado por brasa/farpa de madeira; olhar contra a luz encontra o furo em 10 segundos. (3) FILTRO MAL ASSENTADO: o anel de borracha não entrou no canal do cesto, a cinta ficou torcida, ou o filtro está numa medida paralela que sobra 3 mm — o ar acha o caminho mais fácil e passa reto. (4) FILTRO LAVADO DEMAIS ou lavado com escova/água quente: a malha abre e ele perde retenção. Filtro de pano depois de umas dez lavagens não segura mais pó de gesso, mesmo parecendo bom. (5) FILTRO ÚMIDO usado a seco — o pó vira barro e passa pela dobra. (6) SACO DESCARTÁVEL rompido ou mal encaixado no flange. (7) PÓ FINO ALÉM DA CLASSE DO FILTRO: gesso, rejunte, toner, cimento e cinza atravessam qualquer filtro comum. Não é defeito, é aplicação errada — precisa saco + cartucho de classe adequada ou HEPA. (8) Trinca na carcaça superior ou na saída de sopro, que passa despercebida até se olhar contra a luz.

"Entrou água no motor" / "o aspirador bebeu" / "cuspiu água pela grade"

Ordem real: (1) ESPUMA — é disparado a causa nº1 em lava-jato, oficina e limpeza com detergente. Shampoo automotivo, sabão em pó e desengraxante geram espuma que sobe pela gaiola SEM levantar a boia (a boia lê densidade de líquido, não de espuma) e entra direto na turbina. Sintoma típico: o motor engasga, o som fica abafado e sai borrifo pela saída de ar. (2) BOIA TRAVADA — gaiola/cesto incrustado de sujeira seca ou haste emperrada. Teste de 5 segundos: tanque vazio, chacoalhar e ouvir a esfera correndo solta; se não corre, está presa. (3) ASPIRAR LÍQUIDO COM O FILTRO DE PANO MONTADO: o pano encharca, gruda na gaiola, impede a boia de subir e ainda funciona como pavio levando água pra cima. (4) EQUIPAMENTO INCLINADO ou puxado em rampa/degrau com o tanque cheio — a onda passa por cima da boia. (5) BOIA RACHADA cheia de água por dentro: perdeu flutuação, não sobe mais. (6) "Golpe de água": mangueira erguida acima do nível e baixada de uma vez, mandando uma coluna de líquido de uma vez só. Depois que molhou: NÃO ligar de novo pra "ver se funciona" — cada tentativa com o enrolamento úmido é uma chance de fuga e de queima definitiva.

"Está com um barulho estranho" / "chiando" / "rugindo" / "vibrando"

Ordem: (1) ROLAMENTO DO INDUZIDO seco — chia continuamente e piora conforme esquenta; secou a graxa por calor ou por ter trabalhado molhado. Confirma girando o eixo com a mão: raspa, tem folga radial ou faz "granulado". (2) TURBINA COM PÁ LASCADA: desbalanceia e produz zumbido grave com vibração que o cliente sente no cabo. Quase sempre precedido de "sugou um parafuso/prego/caco". (3) OBJETO SOLTO na câmara batendo — porca, pedra, pedaço de brita; o barulho é intermitente e muda de tom com a rotação. (4) ESCOVA BATENDO EM COLETOR RANHURADO — chiado ritmado e sincronizado com a rotação, geralmente junto com faísca visível pelo respiro. (5) MOTOR SEM CARGA: com a mangueira tampada o motor universal ACELERA e fica agudo — isso é característica do projeto, não defeito, mas o cliente confunde. (6) O que muitos juram ser motor e é mecânico: rodízio quebrado, tanque solto na base, alça vibrando, tubo mal encaixado. Sempre rodar o equipamento parado na bancada antes de condenar o motor.

"Perdeu rotação" / "oscila, fraqueja" / "faísca muito pelas grades, dá pra ver clarão"

Ordem: (1) ESCOVA DE CARVÃO desgastada ou GRIMPADA no porta-escova: o pó de carvão compacta na guia e a escova não acompanha a mola, perdendo contato intermitente. Dá exatamente a oscilação que o cliente descreve. (2) COLETOR sujo de pó de carvão, com sulcos ou com a MICA ALTA entre as lâminas (o cobre desgasta, o isolante não, e a escova passa a "pular"). Solução correta é facear no torno e rebaixar a mica — lixar por cima só empurra o problema. (3) ESPIRA EM CURTO ou lâmina do coletor solta no induzido: faísca em volta de TODO o coletor, o famoso anel de fogo, com perda de força progressiva ao aquecer. Induzido nesse estado não se recupera. (4) ESCOVA PARALELA de medida errada ou de composição mole: consome em semanas e come o coletor junto — é a economia mais cara do ramo. (5) SUBTENSÃO: extensão longa e fina, gerador mal regulado ou rede de obra caindo. O motor gira devagar, esquenta e faísca sem ter defeito nenhum — sempre medir a tensão na tomada antes de condenar o motor.

"Desarma o disjuntor" / "o DR cai quando liga" / "está dando choque na carcaça"

Separar DR de disjuntor é o primeiro raciocínio: DR = fuga de corrente; disjuntor = excesso de corrente. (1) UMIDADE DENTRO DO MOTOR — fuga pra carcaça, derruba DR na hora. Depois de secagem em estufa às vezes volta a funcionar, mas o verniz já está comprometido e a vida útil caiu; é paliativo honesto, não conserto. (2) CABO COM ISOLAÇÃO RASPADA — em obra o cabo passa embaixo de andaime, carrinho e porta de aço; a fuga aparece quando o cabo é movimentado. (3) ESPIRA EM CURTO no campo/induzido: puxa corrente muito acima do nominal e derruba o DISJUNTOR (não o DR), com aquecimento rápido. (4) TOMADA SINCRONIZADA com fiação derretida perto do soquete. (5) DISJUNTOR SUBDIMENSIONADO para a corrente de partida — problema clássico em equipamento de dois ou três motores ligado em circuito de tomada comum; nesse caso não há defeito no aspirador, o cliente precisa de circuito dedicado. (6) CARCAÇA METÁLICA (tanque inox) SEM ATERRAMENTO na tomada — dá o "formigamento" que o cliente chama de choque; muitas vezes é estático da mangueira, e não fuga elétrica.

Antes de trazer: testes que você mesmo pode fazer

  1. 01
    Teste da boca do tanque: desconecte a mangueira, ligue o aparelho e tampe a entrada do tanque com a palma da mão (3 a 5 segundos, não mais).

    Se a mão gruda com força e o motor 'engasga' na hora, o motor e a turbina estão bons — o problema está na mangueira, no tubo ou no bocal. Se puxa fraco já na boca do tanque, o problema é filtro, vedação, boia ou motor. Esse único teste divide o diagnóstico em duas metades e é o primeiro que todo técnico faz.

  2. 02
    Teste do filtro: retire o filtro (pano ou cartucho), ligue por no máximo 10 segundos e compare a sucção.

    Se a força volta ao normal sem o filtro, o filtro está cego — lavar/trocar resolve. Aproveite e olhe o filtro contra a luz: filtro bom deixa passar claridade uniforme; filtro cego por gesso/rejunte fica opaco por dentro mesmo parecendo limpo por fora. Nunca aspire de verdade sem filtro: 10 segundos de teste não matam o motor, 10 minutos de trabalho matam.

  3. 03
    Teste da mangueira: estique a mangueira reta no chão, tampe uma ponta com a palma e sopre/puxe pela outra; depois passe uma mangueira de jardim por dentro.

    Assobio saindo do meio da sanfona = furo ou trinca (procure na saída do punho e no primeiro palmo junto ao engate). Resistência a meio caminho da mangueira de jardim = entupimento — estopa, pano, saco, grumo de massa. Se a mangueira está limpa e íntegra, o problema está no equipamento.

  4. 04
    Teste da boia: com o tanque totalmente vazio e seco, chacoalhe o conjunto de perto do ouvido e depois olhe dentro da gaiola.

    Esfera correndo solta e batendo = boia livre, descarte essa causa. Esfera muda ou presa no alto = boia travada por sujeira seca, incrustação ou rachadura (boia rachada enche de água e não flutua mais). Boia travada explica tanto 'não puxa nada' quanto 'entrou água no motor'.

Como funciona o conserto de aspirador

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre conserto de aspirador

Vocês consertam aspiradores de qual marca?

Somos assistência técnica autorizada de Bosch, Kärcher, WAP, Tekna nesta categoria, com peças originais e garantia no serviço. Atendemos 28 modelos catalogados e avaliamos outros conforme a disponibilidade de peça.

O orçamento do conserto é gratuito?

Sim. Fazemos o diagnóstico e informamos o que o equipamento precisa, sem compromisso. O reparo só é executado depois da sua aprovação.

Meu aspirador doméstico queimou o motor. Vale a pena consertar?

Na maioria das vezes, não — e digo isso mesmo vendendo o serviço. Em aspirador de pó e água de linha doméstica na faixa de entrada, o motor sozinho costuma custar entre metade e dois terços do valor de um equipamento novo, e ainda entra a mão de obra. Compensa consertar quando: o equipamento é profissional/industrial, quando o tanque é inox e está íntegro, quando o cliente já tem investimento em acessórios e mangueiras compatíveis, ou quando a fila de trabalho não pode parar (aí o conserto é mais rápido que a compra). Não compensa quando o motor queimou por água, o coletor está comido, o tanque está trincado e o equipamento já tem uso pesado de anos — nesse caso o mais honesto é orçar um modelo adequado à aplicação real. Muitos motores 'queimados' que chegam aqui, aliás, são só escova de carvão no fim, que é reparo barato: por isso a gente abre e avalia antes de condenar.

Posso aspirar pó de gesso, rejunte e massa corrida com meu aspirador doméstico?

Pode uma vez, pode duas — e depois você vai me trazer o equipamento. Pó de gesso e rejunte são finíssimos: cegam o filtro em minutos, e como no motor de fluxo direto o próprio ar aspirado é o que resfria o enrolamento, o motor passa a trabalhar sem refrigeração e cozinha. Para limpeza pós-obra o certo é equipamento profissional com motor bypass, saco coletor + cartucho de filtragem adequada (classe M) e, de preferência, sistema de limpeza de filtro. Se é obra pontual, alugar sai muito mais barato que queimar o seu aspirador e comprar outro. Se é o seu ganha-pão (empresa de limpeza pós-obra), comprar o equipamento certo se paga em poucos meses.

Posso aspirar cinza de churrasqueira ou de lareira?

Não com aspirador comum. Cinza é fina como talco — cega o filtro instantaneamente e atravessa o que sobra, indo direto pro motor. Pior: brasa aparentemente apagada continua incandescente por horas e derrete o filtro, o saco e até o tanque plástico; já vimos princípio de incêndio dentro de tanque. Se o serviço é recorrente, existe aspirador específico para cinzas, com tanque metálico e filtragem própria. Para uso eventual, deixe a cinza esfriar 48 horas e recolha com pá.

Aspirei água com o filtro de pano montado. Estraguei o aparelho?

Provavelmente não, se você desligou logo. O filtro de pano encharca, gruda na gaiola da boia e trabalha como pavio, levando água pra cima — e é justamente por isso que a boia às vezes não sobe. O certo é: para líquido, tira o filtro de pano e usa só o filtro de espuma (ou o que o manual do seu modelo indicar). Lave o filtro de pano e deixe secar completo à sombra, 24 horas, antes de voltar a usá-lo a seco. O que exige assistência é quando o motor chegou a engasgar, cuspir água pela grade ou soltar cheiro — aí não ligue de novo pra testar, traga; cada tentativa com o enrolamento úmido aumenta a chance de queimar de vez.

Meu aspirador está soltando poeira de volta no ambiente. Trocar o filtro resolve?

Na maioria das vezes sim, mas é preciso descobrir POR QUE o filtro deixou de reter. Olhe contra a luz: se tem rasgo, furo de brasa ou a costura do elástico abriu, é troca. Se o filtro está bom mas mal assentado (anel de borracha fora do canal, medida paralela folgada), o ar passa por fora e trocar filtro não resolve nada. Se o filtro já foi lavado muitas vezes, a malha abriu e ele perdeu retenção mesmo parecendo inteiro. E existe o caso em que não há defeito nenhum: pó de gesso, cimento, toner e cinza atravessam filtro comum por natureza — aí a solução é saco coletor + filtro de classe adequada ou HEPA, não uma troca de peça.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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