Assistência técnica autorizada Pressure

Conserto de secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 150 em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 150 (12,3 bar (máx.)), com garantia no serviço executado.

Versão de 150 pcm (4250 L/min ou 255 m³/h) do secador Supra, com 1,1 kW, gás R404a e conexão 1" BSP: mais de sete vezes a capacidade do modelo de 20 pcm, para redes industriais grandes. Pesa 68 kg e mantém o teto de 12,3 bar. Faz sentido depois de compressores de alto consumo, onde o volume de condensado é grande o bastante para comprometer pintura, corte e instrumentação pneumática.

61 3234-5666
Conserto de secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 150 em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Pressure Linha industrial

Como tratamos o Pressure SUPRA DRYAIR 150 na bancada

Nesse porte o erro clássico é subdimensionar: secador operando acima da vazão de projeto não alcança o ponto de orvalho e passa umidade adiante. Depois disso, os serviços comuns são condensador sujo, ventilador com rolamento gasto e dreno obstruído. Mantenha o ambiente sem pó, limpe o condensador no cronograma e acompanhe o dreno e a perda de carga dos filtros integrados, que avisam antes da falha.

Quando este modelo chega à nossa bancada, o roteiro é sempre o mesmo: identificar a causa antes de trocar qualquer peça. Boa parte dos equipamentos que recebemos já passou por conserto improvisado, onde se substituiu o conjunto errado e o defeito voltou em semanas.

Como somos assistência autorizada Pressure, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Pressure SUPRA DRYAIR 150

O que mais chega à bancada em secadores de ar de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

"O secador está ligado, o painel acende, mas continua saindo água na ponta da mangueira / na pistola de pintura"

Este é o chamado nº 1 do setor e quase nunca é falta de gás. Sequência de eliminação, na ordem em que o defeito realmente aparece na bancada: (1) BYPASS ABERTO — praticamente toda instalação tem três válvulas (entrada, saída e desvio); alguém abriu o desvio numa manutenção e nunca fechou, então o ar passa por fora do secador e a máquina fica lá, gelando ar nenhum. Antes de abrir qualquer painel, siga a tubulação com a mão: se o tubo de bypass está com a mesma temperatura do de entrada e há fluxo, achou. (2) PURGADOR NÃO ESTÁ DRENANDO — o secador condensa a água certinho, o separador enche, e a partir daí o próprio ar quente que entra reevapora aquela água e leva embora em forma de vapor; para o cliente parece que 'o secador não seca', mas ele está secando e devolvendo. Teste: acione o botão TEST do purgador com a linha pressurizada — tem que sair um jato de água suja com estalo forte. Saiu só ar seco? Ou o purgador está drenando bem (e o defeito é outro) ou já drenou tudo; saiu nada, achou o problema. (3) AR DE ENTRADA QUENTE DEMAIS — catálogo é medido em condição nominal (tipicamente entrada 35 °C, ambiente 25 °C, 7 bar); compressor de pistão descarregando direto no secador entrega ar a 60, 80 °C, e a capacidade real despenca. Toque o tubo de entrada: se não dá para segurar a mão, o secador está sendo cozido e nenhuma peça vai resolver — falta resfriador posterior e/ou reservatório entre o compressor e o secador. (4) VAZÃO ACIMA DA CAPACIDADE — comprou secador pelo 'cv' do compressor em vez do pcm real, ou a fábrica cresceu e ninguém recalculou; sintoma característico: seca bem de manhã e passa água no pico da produção. (5) CONDENSADOR SUJO / SALA SEM VENTILAÇÃO — alta pressão sobe, o gás não consegue evaporar frio e o ponto de orvalho sobe junto; o manômetro de ponto de orvalho (aquele com faixa verde) sai da faixa para cima. (6) TUBULAÇÃO ERRADA DEPOIS DO SECADOR — ar sai a 3 °C de orvalho e não deveria mais condensar, mas se a linha corre por área externa, ao sol, num tubo que esfria à noite e ainda tem tomadas por baixo do barrilete em vez de pescoço de ganso, a água que já estava lá dentro da rede continua saindo por meses; isso é resíduo histórico da rede, não defeito do secador. (7) SÓ AÍ: falta de gás/vazamento (ver defeito específico). A diferenciação que mais economiza peça: mede-se a temperatura do tubo de saída do secador — se ele sai mais frio que o ambiente e mesmo assim vem água, é purgador/arrraste; se ele sai quase na temperatura de entrada, o circuito frigorífico não está trabalhando.

moderado

Separador de condensado (ciclônico) que 'não separa nada': continua saindo água logo depois dele

O ciclônico é um equipamento burro e honesto — se não separa, quase sempre é aplicação errada. Ordem: (1) INSTALADO NO SENTIDO ERRADO ou fora de prumo — o defletor helicoidal precisa do sentido de fluxo correto e do corpo na vertical para a água escorrer ao coletor; deitado ou invertido ele vira apenas um trecho de tubo; (2) DRENO ENTUPIDO/AUSENTE — separa e devolve, mesmo mecanismo do secador com purgador travado; (3) VAZÃO MUITO ABAIXO DA NOMINAL — o ciclone depende da velocidade do ar para gerar a força centrífuga; consumo baixo demais para o tamanho do corpo simplesmente não separa (e vazão alta demais rearrasta); (4) EXPECTATIVA ERRADA — separador ciclônico retira água LÍQUIDA já condensada; ele não retira vapor e não substitui secador; se o ar chega quente do compressor, a água ainda está em forma de vapor e vai condensar depois, lá na frente, na mangueira fria; é a confusão mais comum do cliente; (5) instalado antes do resfriador posterior, onde o ar ainda está quente demais para haver condensado a separar.

simples

Ruído alto, vibração e trepidação no secador; tubulação de gás roçando e 'chiado' de gás

(1) COXINS/BORRACHAS ANTIVIBRATÓRIAS do compressor hermético ressecados ou parafusos de transporte nunca removidos — a vibração passa direto para o chassi e daí para a tubulação; (2) tubo capilar ou linha de descarga encostando em chapa/outro tubo — além do ruído, é o berço do furo por atrito que vai virar 'falta de gás' daqui a um ano; afastar e calçar é serviço de 10 minutos que evita um serviço de 10 horas; (3) hélice do ventilador desbalanceada, empenada ou com sujeira acumulada em um lado; bucha/rolamento do motor do ventilador com folga; (4) chiado/gorgolejo contínuo = carga de gás baixa (ver defeito específico); (5) secador apoiado direto no piso metálico ou em prateleira improvisada, que amplifica tudo; (6) tampa/painel com parafuso faltando, chapa batendo. Diferenciar de ruído normal: partida do hermético sempre tem um 'tranco'; o que não é normal é ruído metálico rítmico, batida ou aumento progressivo do nível de ruído semana a semana.

simples

Purgador (dreno) não expulsa a água: copo do filtro alagado, reservatório do secador cheio — ou o oposto, o purgador fica soprando ar sem parar

Separe primeiro pelo TIPO de purgador, porque o defeito e a peça mudam. TEMPORIZADO (solenoide + timer, o mais comum em oficina): (1) orifício de descarga e/ou a telinha do filtro Y entupidos com lodo — mistura de óleo emulsionado, ferrugem do reservatório e carepa da tubulação; é a causa campeã e resolve com desmontagem e limpeza, não com peça nova; (2) bobina do solenoide queimada — teste simples: encoste uma chave de fenda no corpo da bobina no instante da purga, ela tem que 'grudar' pelo campo magnético; sem atração e sem clique, é bobina ou é o timer que não está mandando pulso; (3) placa/timer com relé colado — sintoma clássico de 'purga o tempo todo e a pressão da linha cai', e aí você está soprando ar comprimido pelo ralo o dia inteiro, que é dinheiro puro em energia; (4) membrana/diafragma da válvula rasgada. ELETRÔNICO DE NÍVEL (zero perda, tipo capacitivo): (1) sensor sujo de borra de óleo — o eletrodo lê capacitância e, coberto por um filme oleoso, passa a ler 'cheio' permanentemente (purga sem parar) ou 'vazio' permanentemente (nunca purga); limpar o sensor com pano e álcool resolve boa parte das ordens de serviço desse tipo; (2) câmara com sedimento no fundo travando o mecanismo; (3) fonte/placa queimada por surto — comum em rede industrial mal aterrada. BOIA MECÂNICA: (1) boia travada por lama, agarrada na sede — trava aberta (perde ar) ou fechada (alaga); (2) assento corroído pelo condensado ácido. E o erro de instalação que gera chamado falso em qualquer um deles: mangueira de descarga longa, fina, subindo ou com dobra — a contrapressão impede a válvula de abrir; o purgador tem que descarregar em queda livre e curto, para dentro de um recipiente ou do separador água-óleo. Diferenciar de 'excesso de condensado normal': em dia de chuva em Brasília, com o compressor rodando o dia todo, é absolutamente normal o purgador jogar litros de água — volume grande não é defeito, água parada é.

simples

Secador congelando: gelo aparente no trocador, ar quase para de passar e a pressão depois do secador despenca; horas depois derrete e joga uma golfada de água na linha

O evaporador precisa manter o ar por volta de 3 °C — abaixo de 0 °C a água que ele acabou de condensar vira gelo e obstrui o próprio trocador. Em ordem de probabilidade: (1) VÁLVULA DE BYPASS DE GÁS QUENTE (hot gas) desregulada ou travada — é ela que injeta gás quente na sucção para segurar a evaporação quando a carga é baixa; se estiver fechada demais ou entupida, a máquina 'gela demais' justamente quando o consumo cai (fim de expediente, almoço, fábrica em carga parcial) e congela; sintoma que confirma: congela quando a fábrica está parada e melhora quando a produção está a pleno vapor — exatamente o inverso do que a intuição sugere; (2) VAZÃO MUITO ABAIXO DA NOMINAL — secador grande demais para o consumo atual (ou trabalhando de madrugada com a fábrica vazia), o mesmo mecanismo do item anterior sem defeito de peça; (3) sensor/termostato de ponto de orvalho lendo errado ou solto do bulbo, com o controlador achando que está quente; (4) restrição no capilar/válvula de expansão ou carga de gás incorreta (aqui só com manifold e leitura de pressão de sucção, não se resolve no olho); (5) em máquinas com controle por pressostato de ventilador, o ventilador travado ligado faz a alta pressão cair demais em ambiente frio e derruba a evaporação junto — mais visível em madrugada fria de julho em Brasília. NÃO confunda com 'suor externo': tubo de entrada suando por fora é normal em dia úmido; o que caracteriza congelamento é PERDA DE CARGA crescente (manômetro antes e depois se afastando) até o ar praticamente parar, com o trocador branco de gelo.

moderado

Pressão caindo demais no conjunto de tratamento: o compressor entrega 8 bar e na ferramenta chegam 6, com a máquina ligando e desligando mais que o normal

Cada bar perdido no caminho custa em torno de 6 a 7% de energia no compressor, então essa 'reclamação chata' é a mais cara de todas. Ordem de investigação com dois manômetros (ou um manômetro diferencial) em cada estágio: (1) ELEMENTO FILTRANTE SATURADO — coalescente e de partículas devem ser trocados quando o diferencial atinge 0,6 a 1,0 bar OU a cada 12 meses, o que vier primeiro; elemento vencido não 'para de filtrar', ele vira restrição e, no limite, colapsa e passa tudo de uma vez; (2) EXCESSO DE ESTÁGIOS — muita gente empilha três, quatro filtros 'por segurança', cada um comendo pressão para tratar um ar que não precisa daquela classe; sobrefiltrar é erro de projeto que se paga em energia todo dia; (3) TROCADOR DO SECADOR ENTUPIDO com lodo de óleo e ferrugem — típico de instalação que rodou anos com compressor de pistão passando óleo e sem pré-filtro; sente-se pela perda de carga que não melhora nem com elemento novo; (4) GELO no evaporador (ver defeito de congelamento); (5) engates rápidos e mangueira subdimensionada depois do conjunto — um engate de 1/4" alimentando uma chave de impacto derruba mais pressão que todo o secador; (6) tubulação da rede subdimensionada ou com excesso de curvas de raio curto. O teste que separa filtro de secador: feche o bypass, meça antes do primeiro filtro, entre os filtros e depois do secador, sempre COM consumo real acontecendo — medir sem fluxo dá zero de diferencial e engana todo mundo.

moderado

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Meça a corrente do compressor hermético na partida e em regime e compare com a plaqueta; meça a tensão COM a máquina tentando partir.

    Corrente muito acima da nominal com estalos = alta pressão (condensador/ventilador) ou capacitor/relé. Corrente bem abaixo da nominal com máquina rodando = compressor bombeando pouco ou carga de gás baixa. Tensão despencando na partida = problema de instalação/queda de tensão, não da máquina.

  2. 02
    Feche o consumo, deixe a rede pressurizada e observe o secador por 20 a 30 minutos (fábrica parada, carga zero).

    Formação de gelo e queda de pressão nesse cenário confirmam bypass de gás quente travado/desregulado ou secador superdimensionado — é o teste que reproduz o defeito que 'só acontece no fim do expediente'.

  3. 03
    Abra o copo do filtro e o coletor do separador com a linha DESPRESSURIZADA e examine o conteúdo.

    Água limpa = condensação normal. Emulsão leitosa = óleo do compressor sendo arrastado, investigue a origem. Borra preta/pegajosa com cheiro de queimado = óleo carbonizado (compressor de pistão em fim de vida ou parafuso com temperatura alta). Ferrugem em escamas = corrosão de reservatório/rede, a rede vai continuar sujando o filtro novo.

  4. 04
    Verifique a instalação física: distância do secador em relação à parede e a outros equipamentos, entrada e saída de ar de resfriamento, caimento da tubulação (1 a 2%), tomadas em pescoço de ganso e perna de dreno no fim de linha.

    Metade dos 'defeitos de secador' é instalação: máquina recebendo o ar quente da descarga do compressor, condensador contra a parede, rede sem caimento devolvendo água para as tomadas. Corrigir isso é mais barato e mais definitivo que qualquer peça.

Peças originais Pressure para este modelo

  • Copo (bowl) do filtro — policarbonato com guarda ou metálico com visor — e o-rings/anéis de vedação do conjunto
  • Indicador de saturação / manômetro diferencial do filtro de linha
  • Trocador de calor ar-ar e evaporador (ar-refrigerante) do secador, e o demister/separador interno
  • Válvula solenoide de dreno e válvula de retenção da linha de condensado
  • Contatores, relés auxiliares, chave liga-desliga, cabo de alimentação e prensa-cabos
  • Coxins antivibratórios do compressor hermético e calços/abraçadeiras de tubulação
  • Carga de gás refrigerante e óleo do compressor hermético (POE ou mineral, conforme o gás original — nunca misturar)
  • Separador de condensado ciclônico completo e defletor interno

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Meça e anote mensalmente três números: pressão antes do conjunto, pressão depois do conjunto e leitura do ponto de orvalho (manômetro de faixa verde ou display), sempre no mesmo horário e com consumo semelhante. É essa planilha simples que denuncia condensador entupindo, elemento saturando e capacidade insuficiente antes de virar parada de produção.
  • Ligue o secador de 5 a 10 minutos antes do compressor e mantenha-o ligado durante todo o expediente. Nunca amarre o secador no mesmo contator do compressor: o ar dos primeiros minutos de cada partida passa sem secar, e as partidas em curto intervalo encurtam a vida do compressor hermético.
  • Confirme a posição das válvulas: bypass FECHADO, entrada e saída abertas. Faça isso após qualquer manutenção — bypass esquecido aberto é o defeito fantasma mais comum do setor.
  • Cuide da instalação como se fosse peça: caimento de 1 a 2% na tubulação no sentido do fluxo, perna de dreno no fim de cada ramal, tomadas em pescoço de ganso saindo por cima do barrilete, secador longe da descarga quente do compressor e com ar de resfriamento livre entrando e saindo da sala.
  • Lave copo (bowl) de policarbonato SOMENTE com água e sabão neutro. Thinner, acetona, querosene e desengraxante atacam o material e provocam microfissuras — copo esbranquiçado ou 'craquelado' se troca na hora, e em ambiente com vapor de solvente o correto é copo metálico com visor.

Como funciona o conserto do Pressure SUPRA DRYAIR 150

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Pressure SUPRA DRYAIR 150

Vocês consertam secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 150?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Pressure em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Pressure SUPRA DRYAIR 150?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em secadores de ar de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Só um filtro na linha não resolve? Preciso mesmo de secador?

Filtro e secador fazem coisas diferentes e não se substituem. Filtro (e separador ciclônico) retira o que já é LÍQUIDO — gota de água, aerossol de óleo, partícula. O vapor d'água atravessa qualquer filtro tranquilamente e só vira água mais adiante, quando o ar esfria na tubulação, na mangueira ou dentro da pistola. Por isso o cliente troca filtro atrás de filtro e continua saindo água na pintura: ele está tentando filtrar um gás. Quem resfria o ar e força a água a condensar ANTES de entrar na rede é o secador. Regra prática: se a sua aplicação estraga com água (pintura, pintura eletrostática, laser/plasma, automação pneumática, alimentos, jateamento), o secador não é acessório.

Vale a pena consertar um secador com compressor de refrigeração queimado?

Aqui somos francos, porque é onde mais se perde dinheiro no setor. O conserto envolve compressor hermético novo, filtro secador, lavagem do circuito (compressor queimado contamina tudo com ácido — sem lavar, o novo morre em meses), carga de gás, teste de estanqueidade e mão de obra especializada. Em secadores pequenos de oficina, essa soma frequentemente chega perto do valor de um equipamento novo com garantia — e nesse caso nós dizemos para não consertar. O conserto compensa quando a máquina é de vazão média/alta, o trocador está íntegro, não há corrosão no evaporador e o gás dela ainda é comercial. NÃO compensa quando: o evaporador já está furado por corrosão do condensado ácido (o gás vai embora de novo), a máquina é antiga com R-22 (gás em eliminação, cada vez mais caro e escasso, e conversão nem sempre vale), ou quando o secador já está subdimensionado para o consumo atual da fábrica — aí você estaria pagando caro para consertar o equipamento errado. Abrimos, medimos e apresentamos essa comparação no orçamento, com o valor do novo e do conserto lado a lado.

Em Brasília, com o ar tão seco na estiagem, eu ainda preciso de secador?

Precisa, e a conta explica. Comprimir o ar a 8 bar reduz o volume em cerca de 9 vezes, e toda a umidade que estava espalhada naquele volume fica concentrada — ou seja, o compressor é uma máquina de concentrar água. Mesmo em agosto, com 20% de umidade relativa e 30 °C, sai água na linha; um compressor de porte médio rodando o dia inteiro tira dezenas de litros de água da atmosfera por dia na estação chuvosa. O que muda com a sazonalidade daqui é o VOLUME de condensado e a carga sobre o purgador, não a necessidade do secador. Aliás, a estiagem traz o outro problema: poeira. Condensador de secador em Brasília na seca entope muito mais rápido que o intervalo do manual sugere.

Posso jogar o condensado do compressor e do secador no ralo?

Não. Aquilo não é água — é emulsão de água com óleo, tipicamente ácida (faixa de pH 4 a 6 em máquina lubrificada), com partículas e resíduos da rede. Descartar em rede de esgoto ou no solo contraria a legislação ambiental (CONAMA 430 e normas locais) e gera passivo para a empresa. O caminho correto é direcionar o condensado a um separador água-óleo, que devolve a fase aquosa dentro do padrão e retém o óleo em um cartucho, que é descartado como resíduo perigoso, com nota. É um equipamento barato perto do risco, e em empresa que passa por auditoria ou licenciamento é item cobrado.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

Alugue, compre ou solicite uma manutenção: