Assistência técnica autorizada Pressure

Conserto de secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 20 em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 20 (12,3 bar (máx.)), com garantia no serviço executado.

Secador por refrigeração para redes de até 20 pcm (567 L/min ou 34 m³/h), com filtros G e C já integrados e conexão 3/4" BSP. Consome 0,3 kW em 220V monofásico, pesa 27 kg e trabalha até 12,3 bar, dimensionado para acompanhar compressor de porte equivalente. Ele retira a umidade que o dreno do tanque não pega, protegendo ferramenta pneumática e pintura. Não aumenta pressão nem vazão: é tratamento, não geração.

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Conserto de secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 20 em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Pressure Linha industrial

Como tratamos o Pressure SUPRA DRYAIR 20 na bancada

Secador de refrigeração chega à bancada principalmente por condensador entupido de poeira e por dreno travado. Quando o dreno para, a água volta para a linha e o cliente jura que o secador não seca. Limpe as aletas do condensador com regularidade, confira o dreno toda semana e troque os elementos dos filtros G e C no prazo, já que filtro saturado gera perda de carga e derruba a pressão da rede.

Quando este modelo chega à nossa bancada, o roteiro é sempre o mesmo: identificar a causa antes de trocar qualquer peça. Boa parte dos equipamentos que recebemos já passou por conserto improvisado, onde se substituiu o conjunto errado e o defeito voltou em semanas.

Como somos assistência autorizada Pressure, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Pressure SUPRA DRYAIR 20

O que mais chega à bancada em secadores de ar de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

"O secador está ligado, o painel acende, mas continua saindo água na ponta da mangueira / na pistola de pintura"

Este é o chamado nº 1 do setor e quase nunca é falta de gás. Sequência de eliminação, na ordem em que o defeito realmente aparece na bancada: (1) BYPASS ABERTO — praticamente toda instalação tem três válvulas (entrada, saída e desvio); alguém abriu o desvio numa manutenção e nunca fechou, então o ar passa por fora do secador e a máquina fica lá, gelando ar nenhum. Antes de abrir qualquer painel, siga a tubulação com a mão: se o tubo de bypass está com a mesma temperatura do de entrada e há fluxo, achou. (2) PURGADOR NÃO ESTÁ DRENANDO — o secador condensa a água certinho, o separador enche, e a partir daí o próprio ar quente que entra reevapora aquela água e leva embora em forma de vapor; para o cliente parece que 'o secador não seca', mas ele está secando e devolvendo. Teste: acione o botão TEST do purgador com a linha pressurizada — tem que sair um jato de água suja com estalo forte. Saiu só ar seco? Ou o purgador está drenando bem (e o defeito é outro) ou já drenou tudo; saiu nada, achou o problema. (3) AR DE ENTRADA QUENTE DEMAIS — catálogo é medido em condição nominal (tipicamente entrada 35 °C, ambiente 25 °C, 7 bar); compressor de pistão descarregando direto no secador entrega ar a 60, 80 °C, e a capacidade real despenca. Toque o tubo de entrada: se não dá para segurar a mão, o secador está sendo cozido e nenhuma peça vai resolver — falta resfriador posterior e/ou reservatório entre o compressor e o secador. (4) VAZÃO ACIMA DA CAPACIDADE — comprou secador pelo 'cv' do compressor em vez do pcm real, ou a fábrica cresceu e ninguém recalculou; sintoma característico: seca bem de manhã e passa água no pico da produção. (5) CONDENSADOR SUJO / SALA SEM VENTILAÇÃO — alta pressão sobe, o gás não consegue evaporar frio e o ponto de orvalho sobe junto; o manômetro de ponto de orvalho (aquele com faixa verde) sai da faixa para cima. (6) TUBULAÇÃO ERRADA DEPOIS DO SECADOR — ar sai a 3 °C de orvalho e não deveria mais condensar, mas se a linha corre por área externa, ao sol, num tubo que esfria à noite e ainda tem tomadas por baixo do barrilete em vez de pescoço de ganso, a água que já estava lá dentro da rede continua saindo por meses; isso é resíduo histórico da rede, não defeito do secador. (7) SÓ AÍ: falta de gás/vazamento (ver defeito específico). A diferenciação que mais economiza peça: mede-se a temperatura do tubo de saída do secador — se ele sai mais frio que o ambiente e mesmo assim vem água, é purgador/arrraste; se ele sai quase na temperatura de entrada, o circuito frigorífico não está trabalhando.

moderado

Ferrugem, escamas e água avermelhada saindo pelos engates; válvulas pneumáticas e cilindros travando ou emperrando

O sintoma está na ponta, a causa está a montante. Ordem: (1) REDE DE AÇO PRETO/GALVANIZADO CORROÍDA POR DENTRO após anos rodando com ar úmido — mesmo depois de instalar o secador, a rede continua liberando carepa por meses; solução é purga de fundo de linha, filtro de partículas na tomada de cada máquina crítica e, em caso extremo, troca de trecho; (2) reservatório sem dreno diário, com lâmina d'água permanente no fundo — além de corroer o casco (risco estrutural, item de inspeção), joga borra na linha; (3) secador ausente/insuficiente (volta ao defeito nº 1); (4) tomadas de ar mal feitas: derivação saindo por baixo do barrilete em vez de pescoço de ganso na parte de cima, e tubulação sem caimento de 1 a 2% no sentido do fluxo com pernas de dreno no fim — isso faz a água percorrer a rede toda e chegar exatamente na ferramenta; (5) ausência de filtro/lubrificador na entrada dos atuadores (em rede que exige lubrificação). Diferenciar de contaminação por óleo carbonizado: resíduo preto/pegajoso, geralmente com cheiro de queimado, aponta compressor passando óleo e não corrosão da rede.

moderado

Controlador/display do secador com erro, apagado ou com leitura absurda de ponto de orvalho

(1) SENSOR/BULBO SOLTO DO ALOJAMENTO — o mais comum; o bulbo escapa do poço no evaporador, passa a ler ar ambiente e o controlador toma decisão errada (não aciona bypass, não liga ventilador, mostra temperatura irreal); reassentar e fixar resolve; (2) sensor NTC/PT com fio partido no ponto de flexão ou terminal oxidado pela umidade e pelo condensado ácido do compartimento; (3) fonte/placa danificada por surto de rede ou por falta de aterramento — em galpão com solda elétrica e partida de motores grandes na mesma barra isso é rotina; (4) contator/relé auxiliar com contato queimado, o que gera erro intermitente que 'some' quando o técnico chega; (5) parametrização perdida após queda de energia, em controladores que exigem reconfiguração. Diagnóstico honesto: em máquinas com manômetro de ponto de orvalho (faixa verde), o manômetro é a segunda opinião — se ele está na faixa e o display acusa desvio, a suspeita cai no sensor/eletrônica; se ambos indicam desvio, o problema é térmico de verdade.

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Separador de condensado (ciclônico) que 'não separa nada': continua saindo água logo depois dele

O ciclônico é um equipamento burro e honesto — se não separa, quase sempre é aplicação errada. Ordem: (1) INSTALADO NO SENTIDO ERRADO ou fora de prumo — o defletor helicoidal precisa do sentido de fluxo correto e do corpo na vertical para a água escorrer ao coletor; deitado ou invertido ele vira apenas um trecho de tubo; (2) DRENO ENTUPIDO/AUSENTE — separa e devolve, mesmo mecanismo do secador com purgador travado; (3) VAZÃO MUITO ABAIXO DA NOMINAL — o ciclone depende da velocidade do ar para gerar a força centrífuga; consumo baixo demais para o tamanho do corpo simplesmente não separa (e vazão alta demais rearrasta); (4) EXPECTATIVA ERRADA — separador ciclônico retira água LÍQUIDA já condensada; ele não retira vapor e não substitui secador; se o ar chega quente do compressor, a água ainda está em forma de vapor e vai condensar depois, lá na frente, na mangueira fria; é a confusão mais comum do cliente; (5) instalado antes do resfriador posterior, onde o ar ainda está quente demais para haver condensado a separar.

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Ruído alto, vibração e trepidação no secador; tubulação de gás roçando e 'chiado' de gás

(1) COXINS/BORRACHAS ANTIVIBRATÓRIAS do compressor hermético ressecados ou parafusos de transporte nunca removidos — a vibração passa direto para o chassi e daí para a tubulação; (2) tubo capilar ou linha de descarga encostando em chapa/outro tubo — além do ruído, é o berço do furo por atrito que vai virar 'falta de gás' daqui a um ano; afastar e calçar é serviço de 10 minutos que evita um serviço de 10 horas; (3) hélice do ventilador desbalanceada, empenada ou com sujeira acumulada em um lado; bucha/rolamento do motor do ventilador com folga; (4) chiado/gorgolejo contínuo = carga de gás baixa (ver defeito específico); (5) secador apoiado direto no piso metálico ou em prateleira improvisada, que amplifica tudo; (6) tampa/painel com parafuso faltando, chapa batendo. Diferenciar de ruído normal: partida do hermético sempre tem um 'tranco'; o que não é normal é ruído metálico rítmico, batida ou aumento progressivo do nível de ruído semana a semana.

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Purgador (dreno) não expulsa a água: copo do filtro alagado, reservatório do secador cheio — ou o oposto, o purgador fica soprando ar sem parar

Separe primeiro pelo TIPO de purgador, porque o defeito e a peça mudam. TEMPORIZADO (solenoide + timer, o mais comum em oficina): (1) orifício de descarga e/ou a telinha do filtro Y entupidos com lodo — mistura de óleo emulsionado, ferrugem do reservatório e carepa da tubulação; é a causa campeã e resolve com desmontagem e limpeza, não com peça nova; (2) bobina do solenoide queimada — teste simples: encoste uma chave de fenda no corpo da bobina no instante da purga, ela tem que 'grudar' pelo campo magnético; sem atração e sem clique, é bobina ou é o timer que não está mandando pulso; (3) placa/timer com relé colado — sintoma clássico de 'purga o tempo todo e a pressão da linha cai', e aí você está soprando ar comprimido pelo ralo o dia inteiro, que é dinheiro puro em energia; (4) membrana/diafragma da válvula rasgada. ELETRÔNICO DE NÍVEL (zero perda, tipo capacitivo): (1) sensor sujo de borra de óleo — o eletrodo lê capacitância e, coberto por um filme oleoso, passa a ler 'cheio' permanentemente (purga sem parar) ou 'vazio' permanentemente (nunca purga); limpar o sensor com pano e álcool resolve boa parte das ordens de serviço desse tipo; (2) câmara com sedimento no fundo travando o mecanismo; (3) fonte/placa queimada por surto — comum em rede industrial mal aterrada. BOIA MECÂNICA: (1) boia travada por lama, agarrada na sede — trava aberta (perde ar) ou fechada (alaga); (2) assento corroído pelo condensado ácido. E o erro de instalação que gera chamado falso em qualquer um deles: mangueira de descarga longa, fina, subindo ou com dobra — a contrapressão impede a válvula de abrir; o purgador tem que descarregar em queda livre e curto, para dentro de um recipiente ou do separador água-óleo. Diferenciar de 'excesso de condensado normal': em dia de chuva em Brasília, com o compressor rodando o dia todo, é absolutamente normal o purgador jogar litros de água — volume grande não é defeito, água parada é.

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Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Acione o botão TEST do purgador com a linha pressurizada e cronometre o ciclo automático (quantos segundos abre e de quanto em quanto tempo).

    Jato forte com água suja e estalo = purgador vivo. Só sopro de ar contínuo = está travado aberto, você está perdendo ar comprimido (energia) o dia inteiro. Nada = bobina, timer, orifício ou telinha entupidos. Se a mangueira de descarga é longa, fina ou sobe, a contrapressão pode impedir a abertura mesmo com a válvula boa.

  2. 02
    Papel branco (ou vidro limpo) a cerca de 20 cm da saída de ar tratado, por 15 segundos, com fluxo real.

    Mancha oleosa amarelada = aerossol/óleo líquido passando: elemento coalescente saturado, invertido, dreno do copo entupido ou compressor passando óleo na origem. Papel seco mas com cheiro forte de óleo = vapor de óleo, caso de filtro de carvão ativado (que exige coalescente antes). Gotícula de água = falha de secagem, não de filtragem.

  3. 03
    Meça a pressão em três pontos — antes do pré-filtro, entre filtro e secador e depois do último filtro — sempre com consumo acontecendo, nunca com a rede parada.

    Diferencial de 0,6 a 1,0 bar em qualquer elemento = hora de trocar (elemento vencido vira restrição e depois colapsa). Perda grande no secador mesmo com filtros novos = trocador entupido de lodo ou gelo em formação. Perda concentrada depois do conjunto = engate rápido/mangueira subdimensionada, e não o tratamento de ar.

  4. 04
    Leia o manômetro de ponto de orvalho (faixa verde) e cruze com a leitura do display, anotando também a temperatura da sala e o horário.

    Ponteiro acima da faixa nas horas mais quentes do dia = condensador sujo, sala sem ventilação ou vazão acima da capacidade. Ponteiro abaixo da faixa = risco de congelamento, suspeita de bypass de gás quente. Manômetro na faixa e display acusando desvio = sensor/bulbo solto ou eletrônica, não é problema térmico.

Peças originais Pressure para este modelo

  • Trocador de calor ar-ar e evaporador (ar-refrigerante) do secador, e o demister/separador interno
  • Válvula solenoide de dreno e válvula de retenção da linha de condensado
  • Contatores, relés auxiliares, chave liga-desliga, cabo de alimentação e prensa-cabos
  • Coxins antivibratórios do compressor hermético e calços/abraçadeiras de tubulação
  • Carga de gás refrigerante e óleo do compressor hermético (POE ou mineral, conforme o gás original — nunca misturar)
  • Separador de condensado ciclônico completo e defletor interno
  • Separador água-óleo (para tratar o condensado antes do descarte) e seu elemento
  • Kit de reparo de dreno de boia (boia, assento e vedação) para reservatórios

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Uma vez por ano, faça a inspeção do circuito frigorífico com manifold (pressões de alta e baixa, correlacionadas com a temperatura do dia), verifique estanqueidade nas soldas, afaste tubos que estejam roçando no chassi e troque coxins ressecados — atrito de tubo é o berço do furo que vira 'falta de gás' um ano depois.
  • Reavalie o dimensionamento sempre que a fábrica crescer, mudar de turno ou entrar equipamento novo. Secador que atendia bem passa a 'não secar' no pico simplesmente porque a vazão subiu — e a correção é de projeto, não de peça.
  • Drene o reservatório do compressor todos os dias (ou confirme diariamente que o dreno automático disparou). Água parada no fundo do casco corrói por dentro — é risco estrutural em vaso de pressão, não só sujeira — e joga borra para o secador e para os filtros.
  • Teste o purgador toda semana com o botão TEST, com a linha pressurizada: tem que sair jato de água suja com estalo. A cada 3 meses, desmonte, limpe o filtro Y/telinha e o orifício de descarga, e no purgador eletrônico de nível limpe o sensor capacitivo (borra de óleo no eletrodo é a causa nº 1 de 'purga sem parar' e de 'nunca purga').
  • Limpe o condensador do secador com ar comprimido no sentido contrário ao do ventilador, entrando por dentro das aletas, na periodicidade que o SEU ambiente exigir: em marcenaria, marmoraria, funilaria e obra isso é mensal; em ambiente limpo, trimestral. Na seca de Brasília, encurte o intervalo — a poeira cega o condensador em semanas e o primeiro sintoma não é parada, é água na linha.

Como funciona o conserto do Pressure SUPRA DRYAIR 20

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Pressure SUPRA DRYAIR 20

Vocês consertam secador de ar Pressure SUPRA DRYAIR 20?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Pressure em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Pressure SUPRA DRYAIR 20?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em secadores de ar de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

O secador deve ligar e desligar junto com o compressor?

Não. O secador precisa estar frio ANTES de o ar chegar. O ideal é ligá-lo de 5 a 10 minutos antes do compressor e deixá-lo ligado enquanto houver consumo — ele tem termostato próprio e o compressor de refrigeração cicla sozinho, não fica gastando à toa. Amarrar o secador no mesmo contator do compressor gera dois problemas: nos primeiros minutos de cada partida o ar passa sem secar (e vai água para a rede exatamente na hora em que o pintor abre a pistola), e o compressor hermético sofre partidas em curto intervalo, que é o que mais encurta a vida dele.

Como eu dimensiono o secador? Posso usar o 'cv' do compressor?

Não use cv, use vazão real em pcm (ou m³/min) e, principalmente, aplique os fatores de correção. A vazão de catálogo é medida em condição nominal (tipicamente ar de entrada a 35 °C, ambiente a 25 °C e 7 bar). Se o seu ar entra a 50 °C porque não há resfriador posterior, se a sala do compressor tem 38 °C num setembro de Brasília, ou se a pressão de trabalho é menor que a nominal, a capacidade efetiva cai — às vezes a ponto de um secador 'do tamanho certo' virar subdimensionado. Some o consumo real das ferramentas com fator de simultaneidade, aplique as correções e deixe folga para crescimento. Folga demais também tem preço: secador muito superdimensionado trabalha em carga parcial e é o que mais congela.

Purgador temporizado ou eletrônico de nível (zero perda)? A diferença justifica o preço?

O temporizado abre por tempo, sem saber se há água — em cada abertura ele solta ar comprimido junto, e ar comprimido é o utilitário mais caro da fábrica. Quando alguém aumenta o tempo de abertura 'para garantir', a perda vira permanente e ninguém percebe porque não faz barulho de vazamento comum. O de nível só abre quando o condensado realmente atingiu o nível, e fecha antes de soltar ar — em máquina que roda o dia inteiro, ele costuma se pagar em energia. A contrapartida honesta: o zero perda tem eletrônica e sensor, e sensor sujo de borra de óleo é a manutenção dele. Em compressor pequeno de uso intermitente, o temporizado bem ajustado ainda é uma escolha razoável.

Minha pintura está dando cratera / olho de peixe. É culpa do ar?

Na maioria das vezes sim, e o teste é rápido: papel branco a 20 cm da saída da linha, 15 segundos com fluxo. Mancha oleosa amarelada = óleo líquido/aerossol chegando à pistola (coalescente saturado, invertido, dreno do copo entupido, ou compressor passando óleo na origem). Gota d'água = falha de secagem. Papel seco, mas com cheiro de óleo = vapor de óleo, que nenhum coalescente segura — precisa de carvão ativado. Se o papel sai limpo e sem cheiro, o problema não é o ar: olhe silicone/desmoldante na peça, diluição, umidade da cabine ou compatibilidade do produto. Vale dizer também que reposição de pintura custa mais caro que o conjunto de tratamento inteiro.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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