Assistência técnica autorizada Schulz

Conserto de secador de ar Schulz SRS 40 Compact em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o secador de ar Schulz SRS 40 Compact (7 bar trabalho (101,5 lbf/pol²) / 15 bar máx. (217,5 lbf/pol²)), com garantia no serviço executado.

Secador por refrigeração para 40 pcm (1133 L/min) a 7 bar, com ponto de orvalho de 7°C, gás R134A, consumo de 410 W em 220V monofásico e conexões 3/4" BSP. Pressão de trabalho de 7 bar e máxima de 15 bar, com ar de entrada até 45°C. Cobre compressores na faixa de 5 a 30 hp. Com 41,2 kg é instalação fixa, posicionada depois do reservatório — antes dele, recebe ar quente e não entrega o orvalho especificado.

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Conserto de secador de ar Schulz SRS 40 Compact em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Schulz Linha industrial

Como tratamos o Schulz SRS 40 Compact na bancada

O secador chega à assistência quase sempre por dreno entupido, que devolve a água à linha e mascara o problema como falta de gás, e por condensador saturado de poeira, que derruba a capacidade e faz o ponto de orvalho subir. Instale filtro coalescente antes dele, respeite os 45°C de entrada, limpe as aletas do condensador na revisão e teste o dreno abrindo a purga manual toda semana.

O diagnóstico correto é o que separa um reparo que dura de um que volta. Antes de qualquer orçamento, abrimos o equipamento e verificamos o que efetivamente falhou — e o que apenas foi consequência da falha principal.

Como somos assistência autorizada Schulz, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Schulz SRS 40 Compact

O que mais chega à bancada em secadores de ar de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

"O secador está ligado, o painel acende, mas continua saindo água na ponta da mangueira / na pistola de pintura"

Este é o chamado nº 1 do setor e quase nunca é falta de gás. Sequência de eliminação, na ordem em que o defeito realmente aparece na bancada: (1) BYPASS ABERTO — praticamente toda instalação tem três válvulas (entrada, saída e desvio); alguém abriu o desvio numa manutenção e nunca fechou, então o ar passa por fora do secador e a máquina fica lá, gelando ar nenhum. Antes de abrir qualquer painel, siga a tubulação com a mão: se o tubo de bypass está com a mesma temperatura do de entrada e há fluxo, achou. (2) PURGADOR NÃO ESTÁ DRENANDO — o secador condensa a água certinho, o separador enche, e a partir daí o próprio ar quente que entra reevapora aquela água e leva embora em forma de vapor; para o cliente parece que 'o secador não seca', mas ele está secando e devolvendo. Teste: acione o botão TEST do purgador com a linha pressurizada — tem que sair um jato de água suja com estalo forte. Saiu só ar seco? Ou o purgador está drenando bem (e o defeito é outro) ou já drenou tudo; saiu nada, achou o problema. (3) AR DE ENTRADA QUENTE DEMAIS — catálogo é medido em condição nominal (tipicamente entrada 35 °C, ambiente 25 °C, 7 bar); compressor de pistão descarregando direto no secador entrega ar a 60, 80 °C, e a capacidade real despenca. Toque o tubo de entrada: se não dá para segurar a mão, o secador está sendo cozido e nenhuma peça vai resolver — falta resfriador posterior e/ou reservatório entre o compressor e o secador. (4) VAZÃO ACIMA DA CAPACIDADE — comprou secador pelo 'cv' do compressor em vez do pcm real, ou a fábrica cresceu e ninguém recalculou; sintoma característico: seca bem de manhã e passa água no pico da produção. (5) CONDENSADOR SUJO / SALA SEM VENTILAÇÃO — alta pressão sobe, o gás não consegue evaporar frio e o ponto de orvalho sobe junto; o manômetro de ponto de orvalho (aquele com faixa verde) sai da faixa para cima. (6) TUBULAÇÃO ERRADA DEPOIS DO SECADOR — ar sai a 3 °C de orvalho e não deveria mais condensar, mas se a linha corre por área externa, ao sol, num tubo que esfria à noite e ainda tem tomadas por baixo do barrilete em vez de pescoço de ganso, a água que já estava lá dentro da rede continua saindo por meses; isso é resíduo histórico da rede, não defeito do secador. (7) SÓ AÍ: falta de gás/vazamento (ver defeito específico). A diferenciação que mais economiza peça: mede-se a temperatura do tubo de saída do secador — se ele sai mais frio que o ambiente e mesmo assim vem água, é purgador/arrraste; se ele sai quase na temperatura de entrada, o circuito frigorífico não está trabalhando.

moderado

Secador congelando: gelo aparente no trocador, ar quase para de passar e a pressão depois do secador despenca; horas depois derrete e joga uma golfada de água na linha

O evaporador precisa manter o ar por volta de 3 °C — abaixo de 0 °C a água que ele acabou de condensar vira gelo e obstrui o próprio trocador. Em ordem de probabilidade: (1) VÁLVULA DE BYPASS DE GÁS QUENTE (hot gas) desregulada ou travada — é ela que injeta gás quente na sucção para segurar a evaporação quando a carga é baixa; se estiver fechada demais ou entupida, a máquina 'gela demais' justamente quando o consumo cai (fim de expediente, almoço, fábrica em carga parcial) e congela; sintoma que confirma: congela quando a fábrica está parada e melhora quando a produção está a pleno vapor — exatamente o inverso do que a intuição sugere; (2) VAZÃO MUITO ABAIXO DA NOMINAL — secador grande demais para o consumo atual (ou trabalhando de madrugada com a fábrica vazia), o mesmo mecanismo do item anterior sem defeito de peça; (3) sensor/termostato de ponto de orvalho lendo errado ou solto do bulbo, com o controlador achando que está quente; (4) restrição no capilar/válvula de expansão ou carga de gás incorreta (aqui só com manifold e leitura de pressão de sucção, não se resolve no olho); (5) em máquinas com controle por pressostato de ventilador, o ventilador travado ligado faz a alta pressão cair demais em ambiente frio e derruba a evaporação junto — mais visível em madrugada fria de julho em Brasília. NÃO confunda com 'suor externo': tubo de entrada suando por fora é normal em dia úmido; o que caracteriza congelamento é PERDA DE CARGA crescente (manômetro antes e depois se afastando) até o ar praticamente parar, com o trocador branco de gelo.

moderado

Pressão caindo demais no conjunto de tratamento: o compressor entrega 8 bar e na ferramenta chegam 6, com a máquina ligando e desligando mais que o normal

Cada bar perdido no caminho custa em torno de 6 a 7% de energia no compressor, então essa 'reclamação chata' é a mais cara de todas. Ordem de investigação com dois manômetros (ou um manômetro diferencial) em cada estágio: (1) ELEMENTO FILTRANTE SATURADO — coalescente e de partículas devem ser trocados quando o diferencial atinge 0,6 a 1,0 bar OU a cada 12 meses, o que vier primeiro; elemento vencido não 'para de filtrar', ele vira restrição e, no limite, colapsa e passa tudo de uma vez; (2) EXCESSO DE ESTÁGIOS — muita gente empilha três, quatro filtros 'por segurança', cada um comendo pressão para tratar um ar que não precisa daquela classe; sobrefiltrar é erro de projeto que se paga em energia todo dia; (3) TROCADOR DO SECADOR ENTUPIDO com lodo de óleo e ferrugem — típico de instalação que rodou anos com compressor de pistão passando óleo e sem pré-filtro; sente-se pela perda de carga que não melhora nem com elemento novo; (4) GELO no evaporador (ver defeito de congelamento); (5) engates rápidos e mangueira subdimensionada depois do conjunto — um engate de 1/4" alimentando uma chave de impacto derruba mais pressão que todo o secador; (6) tubulação da rede subdimensionada ou com excesso de curvas de raio curto. O teste que separa filtro de secador: feche o bypass, meça antes do primeiro filtro, entre os filtros e depois do secador, sempre COM consumo real acontecendo — medir sem fluxo dá zero de diferencial e engana todo mundo.

moderado

Compressor hermético do secador não parte: dá um estalo, zumbe alguns segundos e desarma o protetor térmico (ou o disjuntor)

É o defeito 'grave' clássico e exige medir antes de comprar peça. Ordem: (1) CAPACITOR DE PARTIDA/PERMANENTE ressecado ou estufado — em Brasília, calor de sala fechada mais surto de rede detona capacitor com frequência; medir com capacímetro e comparar com o valor gravado no corpo, nunca 'no olho'; (2) RELÉ DE PARTIDA / PTC queimado ou com contato colado; (3) ALTA PRESSÃO por condensador cego de poeira ou ventilador parado — o compressor tenta partir contra pressão alta e não vence; sintoma que diferencia: parte frio de manhã e só falha depois de aquecido; (4) PROTETOR TÉRMICO externo fadigado (abre cedo demais) — engana bem, porque o motor está bom; (5) queda de tensão na instalação, extensão improvisada, fase caindo em máquina trifásica — meça a tensão COM o compressor tentando partir, não em repouso; (6) só depois de tudo isso: motor com enrolamento em curto ou rotor travado (teste de resistência entre terminais C-S-R e isolação para a carcaça). Alerta importante: se o hermético queimou de verdade, o circuito fica contaminado com ácido — trocar o compressor sem lavar o circuito e sem substituir o filtro secador é garantia de queimar o segundo em poucos meses. E é exatamente aqui que muitos secadores pequenos deixam de compensar conserto (ver FAQ).

grave

Secador desarma sozinho depois de algumas horas, esquenta muito e o ventilador do condensador não gira (ou gira devagar)

Cadeia de causa-efeito típica: (1) CONDENSADOR ENTUPIDO — poeira, serragem, cotão e névoa de óleo formam uma manta entre as aletas; a máquina não consegue rejeitar calor, a alta pressão sobe, o pressostato de alta desarma e, de quebra, o ponto de orvalho sobe antes de desarmar (por isso muitas vezes o cliente reclama de água ANTES de reclamar de parada); em Brasília, na seca com poeira vermelha, isso vira serviço trimestral, não anual; (2) VENTILADOR travado/queimado — bucha seca, hélice encostando, capacitor do motor do ventilador aberto; (3) PRESSOSTATO DO VENTILADOR (nas máquinas em que o ventilador é comandado por pressão) com contato queimado ou fora de ajuste — o ventilador simplesmente nunca liga; (4) sala sem ventilação ou secador encostado na parede/atrás do compressor recebendo ar quente da descarga alheia — o equipamento está bom, o ambiente é que está errado; regra prática de instalação: ar de resfriamento entrando frio, saída livre, distância mínima recomendada pelo manual da parede; (5) pressostato de alta com defeito próprio (desarma com pressão normal) — só se conclui medindo com manifold. Diferenciar de desarme elétrico: desarme por alta pressão volta sozinho depois que esfria e é repetitivo no horário mais quente do dia; desarme térmico do motor tem o mesmo padrão; desarme de disjuntor da instalação normalmente é imediato e não depende do calor.

moderado

Secador liga, compressor de refrigeração roda, mas nada gela: manômetro de ponto de orvalho fora da faixa verde e evaporador na temperatura ambiente

Agora sim a suspeita legítima de circuito frigorífico, e a ordem é: (1) FALTA DE CARGA POR VAZAMENTO — o gás não some sozinho; procure o furo antes de completar carga, porque completar sem achar é jogar dinheiro fora. Pontos onde furam de verdade: solda de tubo que vibra contra chassi ou contra outro tubo (marca de atrito brilhante entrega), válvula Schrader com núcleo vazando, e o pior de todos, EVAPORADOR CORROÍDO POR DENTRO/POR FORA pelo condensado ácido — o condensado de máquina lubrificada é tipicamente ácido (faixa de pH 4 a 6) e come alumínio e cobre ao longo dos anos, sobretudo se o purgador falha e a água fica parada ali dentro; (2) capilar/filtro secador obstruído — sintoma característico: um trecho do capilar ou a saída do filtro fica gelado com formação de suor localizado, e o resto da máquina morna; (3) válvula de bypass de gás quente travada ABERTA — injeta gás quente permanentemente e o evaporador nunca gela (é o espelho exato do defeito de congelamento); (4) compressor hermético rodando 'em vazio' por válvula interna quebrada — roda, faz barulho, não bombeia; confirma-se medindo pressão de alta e baixa quase iguais; (5) ruído de borbulho/gorgolejo contínuo na linha é indicativo clássico de carga baixa. Nunca conclua 'falta gás' pelo tato: exige manifold, leitura de sucção e descarga e correlação com a temperatura ambiente do dia.

grave

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Termômetro infravermelho em quatro pontos: tubo de entrada do secador, tubo de saída, condensador e linha de sucção do circuito frigorífico, com a máquina em regime.

    Entrada acima de 45-50 °C = falta resfriador posterior/reservatório, o secador está fora da condição nominal (catálogo é medido tipicamente com entrada 35 °C, ambiente 25 °C e 7 bar) e nenhuma peça vai resolver. Saída quase igual à entrada = circuito frigorífico não está trabalhando. Sucção fria e 'suando' com condensador quente uniforme = circuito saudável, procure o defeito no purgador, no dimensionamento ou na rede.

  2. 02
    Acione o botão TEST do purgador com a linha pressurizada e cronometre o ciclo automático (quantos segundos abre e de quanto em quanto tempo).

    Jato forte com água suja e estalo = purgador vivo. Só sopro de ar contínuo = está travado aberto, você está perdendo ar comprimido (energia) o dia inteiro. Nada = bobina, timer, orifício ou telinha entupidos. Se a mangueira de descarga é longa, fina ou sobe, a contrapressão pode impedir a abertura mesmo com a válvula boa.

  3. 03
    Papel branco (ou vidro limpo) a cerca de 20 cm da saída de ar tratado, por 15 segundos, com fluxo real.

    Mancha oleosa amarelada = aerossol/óleo líquido passando: elemento coalescente saturado, invertido, dreno do copo entupido ou compressor passando óleo na origem. Papel seco mas com cheiro forte de óleo = vapor de óleo, caso de filtro de carvão ativado (que exige coalescente antes). Gotícula de água = falha de secagem, não de filtragem.

  4. 04
    Meça a pressão em três pontos — antes do pré-filtro, entre filtro e secador e depois do último filtro — sempre com consumo acontecendo, nunca com a rede parada.

    Diferencial de 0,6 a 1,0 bar em qualquer elemento = hora de trocar (elemento vencido vira restrição e depois colapsa). Perda grande no secador mesmo com filtros novos = trocador entupido de lodo ou gelo em formação. Perda concentrada depois do conjunto = engate rápido/mangueira subdimensionada, e não o tratamento de ar.

Peças originais Schulz para este modelo

  • Coxins antivibratórios do compressor hermético e calços/abraçadeiras de tubulação
  • Carga de gás refrigerante e óleo do compressor hermético (POE ou mineral, conforme o gás original — nunca misturar)
  • Separador de condensado ciclônico completo e defletor interno
  • Separador água-óleo (para tratar o condensado antes do descarte) e seu elemento
  • Kit de reparo de dreno de boia (boia, assento e vedação) para reservatórios
  • Compressor hermético do circuito de refrigeração (com gás e óleo compatíveis — R-134a, R-404A, R-407C, R-410A conforme o projeto da máquina)
  • Capacitor de partida e capacitor permanente do compressor hermético e do motor do ventilador
  • Relé de partida / PTC e protetor térmico externo do compressor hermético

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Troque os elementos filtrantes por diferencial de pressão (0,6 a 1,0 bar) OU a cada 12 meses, o que vier primeiro; o carvão ativado, por tempo (referência de 6 meses), porque ele não dá nenhum sinal de saturação. Nunca lave elemento coalescente e nunca sopre com ar comprimido: a fibra colapsa e ele passa a filtrar quase nada com cara de novo.
  • Meça e anote mensalmente três números: pressão antes do conjunto, pressão depois do conjunto e leitura do ponto de orvalho (manômetro de faixa verde ou display), sempre no mesmo horário e com consumo semelhante. É essa planilha simples que denuncia condensador entupindo, elemento saturando e capacidade insuficiente antes de virar parada de produção.
  • Ligue o secador de 5 a 10 minutos antes do compressor e mantenha-o ligado durante todo o expediente. Nunca amarre o secador no mesmo contator do compressor: o ar dos primeiros minutos de cada partida passa sem secar, e as partidas em curto intervalo encurtam a vida do compressor hermético.
  • Confirme a posição das válvulas: bypass FECHADO, entrada e saída abertas. Faça isso após qualquer manutenção — bypass esquecido aberto é o defeito fantasma mais comum do setor.
  • Cuide da instalação como se fosse peça: caimento de 1 a 2% na tubulação no sentido do fluxo, perna de dreno no fim de cada ramal, tomadas em pescoço de ganso saindo por cima do barrilete, secador longe da descarga quente do compressor e com ar de resfriamento livre entrando e saindo da sala.

Como funciona o conserto do Schulz SRS 40 Compact

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Schulz SRS 40 Compact

Vocês consertam secador de ar Schulz SRS 40 Compact?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Schulz em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Schulz SRS 40 Compact?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em secadores de ar de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Como eu dimensiono o secador? Posso usar o 'cv' do compressor?

Não use cv, use vazão real em pcm (ou m³/min) e, principalmente, aplique os fatores de correção. A vazão de catálogo é medida em condição nominal (tipicamente ar de entrada a 35 °C, ambiente a 25 °C e 7 bar). Se o seu ar entra a 50 °C porque não há resfriador posterior, se a sala do compressor tem 38 °C num setembro de Brasília, ou se a pressão de trabalho é menor que a nominal, a capacidade efetiva cai — às vezes a ponto de um secador 'do tamanho certo' virar subdimensionado. Some o consumo real das ferramentas com fator de simultaneidade, aplique as correções e deixe folga para crescimento. Folga demais também tem preço: secador muito superdimensionado trabalha em carga parcial e é o que mais congela.

Purgador temporizado ou eletrônico de nível (zero perda)? A diferença justifica o preço?

O temporizado abre por tempo, sem saber se há água — em cada abertura ele solta ar comprimido junto, e ar comprimido é o utilitário mais caro da fábrica. Quando alguém aumenta o tempo de abertura 'para garantir', a perda vira permanente e ninguém percebe porque não faz barulho de vazamento comum. O de nível só abre quando o condensado realmente atingiu o nível, e fecha antes de soltar ar — em máquina que roda o dia inteiro, ele costuma se pagar em energia. A contrapartida honesta: o zero perda tem eletrônica e sensor, e sensor sujo de borra de óleo é a manutenção dele. Em compressor pequeno de uso intermitente, o temporizado bem ajustado ainda é uma escolha razoável.

Minha pintura está dando cratera / olho de peixe. É culpa do ar?

Na maioria das vezes sim, e o teste é rápido: papel branco a 20 cm da saída da linha, 15 segundos com fluxo. Mancha oleosa amarelada = óleo líquido/aerossol chegando à pistola (coalescente saturado, invertido, dreno do copo entupido, ou compressor passando óleo na origem). Gota d'água = falha de secagem. Papel seco, mas com cheiro de óleo = vapor de óleo, que nenhum coalescente segura — precisa de carvão ativado. Se o papel sai limpo e sem cheiro, o problema não é o ar: olhe silicone/desmoldante na peça, diluição, umidade da cabine ou compatibilidade do produto. Vale dizer também que reposição de pintura custa mais caro que o conjunto de tratamento inteiro.

Faz sentido alugar secador e filtro em vez de comprar?

Faz, em cenários bem definidos: parada de fábrica com prazo curto (não dá tempo de comprar e instalar), obra ou serviço temporário, pico sazonal de produção, teste de dimensionamento antes de investir (aluga um mês e mede se aquela vazão resolve), e principalmente EMERGÊNCIA — quando o seu secador quebrou e a linha não pode parar, alugar enquanto o seu está em bancada evita perda de produção, que costuma custar muito mais que a locação. Comprar faz mais sentido para operação contínua e permanente, onde o equipamento se paga rápido e você quer o histórico de manutenção da sua própria máquina.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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