Assistência técnica autorizada Schulz

Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3005 Compact em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o compressor de parafuso Schulz SRP 3005 Compact (18,4 pcm (521 L/min) a 7,5 bar; 16,6 pcm a 9 bar; 14,0 pcm a 11 bar), com garantia no serviço executado.

Parafuso de entrada com 5 hp e 200 L, entregando 18,4 pcm (521 L/min) a 7,5 bar, 16,6 pcm a 9 bar e 14,0 pcm a 11 bar — a vazão cai conforme se exige pressão, e é por esse número que se dimensiona. Dá conta de duas a três ferramentas leves em uso alternado, não de pintura contínua somada a impacto. Com 179 kg e 137 x 106 x 46 cm cabe em oficina apertada; sem cabine, o ruído fica exposto. Exige rede 220/380/440V trifásica.

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Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3005 Compact em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Schulz Linha industrial

Como tratamos o Schulz SRP 3005 Compact na bancada

Nesse porte, o que mais chega à bancada é elemento separador ar/óleo saturado por óleo vencido e filtro de ar entupido pela poeira da própria oficina — a unidade compressora esquenta, o consumo sobe e a máquina desarma por temperatura. Troque óleo e elementos por horas de operação, não por calendário, e purgue o reservatório de 200 L todo dia: água parada corrói a chapa por dentro e chega na ferramenta.

O diagnóstico correto é o que separa um reparo que dura de um que volta. Antes de qualquer orçamento, abrimos o equipamento e verificamos o que efetivamente falhou — e o que apenas foi consequência da falha principal.

Como somos assistência autorizada Schulz, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Schulz SRP 3005 Compact

O que mais chega à bancada em compressores de parafuso de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

Está saindo óleo junto com o ar - a peça pintada mancha, o filtro de linha enche de óleo, o pano no ponto de uso fica sujo

Primeiro descarte o mais bobo e mais comum: nível de óleo acima do máximo. Máquina que acabou de tomar manutenção e voltou passando óleo é quase sempre isso - encheram até a boca do visor. Confira com a máquina parada, despressurizada e fria; o nível se lê no meio do visor, nunca cheio. Segundo, a linha de retorno (scavenge) - aquele tubinho fino que puxa o óleo do fundo do elemento separador de volta para a unidade compressora. Ela tem um orifício calibrado e uma telinha que entopem com borra de óleo degradado. Se entupiu, o óleo empoça dentro do separador e é arrastado para a linha. Teste simples: com a máquina em carga, esse tubo tem que estar morno/quente com o óleo passando; frio, está entupido. Terceiro, elemento separador saturado ou rompido - saturado é gradual e vem junto com aumento de consumo de energia e alta pressão interna; rompido é abrupto, joga óleo direto na linha e normalmente aparece depois de partidas frequentes com o reservatório pressurizado ou depois de instalar separador paralelo de má qualidade. Quarto, óleo errado ou vencido: óleo mineral comum ou de motor faz espuma, e óleo espumado atravessa qualquer separador. Quinto, válvula de pressão mínima travada aberta - ela é quem segura pressão interna (abre na faixa dos 4 bar, varia por modelo); travada aberta, a velocidade do ar dentro do separador na partida é tão alta que o elemento não separa nada e ainda pode rasgar. Só depois disso se investiga retentor do eixo.

moderado

Carrega e alivia o tempo todo, de poucos em poucos segundos, e o consumo de energia disparou

Isso normalmente não é defeito da máquina, é defeito do sistema - e o cliente costuma trocar peça à toa. Primeiro: vazamento na rede. Rede de fábrica velha com engate rápido, mangueira de pistola e purgador manual mal fechado perde de 20% a 30% da produção; teste desligando a produção e cronometrando a queda de pressão. Segundo: banda de pressão (delta entre carga e alívio) apertada demais na parametrização, ou reservatório subdimensionado para a vazão da máquina - parafuso pede volume de pulmão, senão vive em ciclagem. Terceiro: máquina superdimensionada para a demanda real (comprou 50 cv para um consumo de 20 cv). Quarto: purgador eletrônico travado aberto, soprando ar direto para a atmosfera 24 horas - dá para ouvir. Quinto: válvula de admissão que não fecha por completo no alívio. Ciclagem excessiva não é só custo de energia: cada ciclo de carga é um golpe no elemento separador e no motor. Em máquina de velocidade variável (linha Flex/VSD) esse sintoma vira outra coisa: o inversor fica oscilando rotação, e aí investiga-se parâmetro de rampa e o transdutor.

moderado

Desarma o disjuntor / o relé térmico atua / o motor 'puxa' muito e cheira a quente

Primeiro descarte o elétrico externo: subtensão, cabo subdimensionado, mau contato em borne ou queda de uma fase - motor trifásico rodando em duas fases esquenta e desarma, e no DF, em ramais industriais longos, isso é rotina. Meça corrente nas três fases em carga plena e compare com a plaqueta do motor; desequilíbrio acima de 5% já denuncia. Segundo: elemento separador saturado. Ele saturado cria contrapressão, a máquina passa a trabalhar acima da pressão nominal e o motor puxa corrente proporcional - é a causa mecânica mais comum e a mais barata de resolver. Confirma comparando a pressão interna do reservatório de óleo com a pressão de linha: diferença grande demais entre as duas é separador entupido. Terceiro: pressão de trabalho ajustada acima do que a máquina foi projetada (alguém subiu o setpoint para 'ganhar força'); cada bar a mais é mais corrente e mais calor. Quarto: contatora com contato colado/queimado ou relé térmico envelhecido atuando abaixo do valor. Quinto: rolamento do motor elétrico travando. Sexto - e o mais caro - unidade compressora com rolamento em fim de vida, que faz a máquina exigir mais torque na partida. Sintoma que separa: se desarma na partida, olhe partida (estrela-triângulo, soft-starter, contatora); se desarma depois de aquecida, olhe separador, pressão e temperatura.

grave

Barulho anormal na unidade compressora - chiado, rangido, um 'ronco' metálico que aumenta com a rotação

Ruído novo em parafuso é sempre para levar a sério, porque a janela entre o primeiro chiado e o travamento dos rotores costuma ser de semanas, não de meses. Ordem: 1) rolamentos da unidade compressora em fim de vida - vida de referência de mercado gira em torno de 20.000 horas, mas cai pela metade se a máquina viveu quente ou com óleo fora de intervalo. O ruído é constante, muda de tom com a pressão e piora quente. 2) Falta de óleo ou óleo sem viscosidade - sempre confira o nível antes de condenar rolamento. 3) Entrada de sujeira por filtro de ar mal vedado, tampa mal fechada ou filtro paralelo com colarinho errado: poeira dentro dos rotores risca o perfil e faz ruído de raspagem. Se aparecer risco no rotor, a conta é recuperação de unidade. 4) Elemento elástico do acoplamento desgastado (nas de acionamento direto) - esse dá um 'toc' na partida e na parada e vibração; é barato e rápido. 5) Correias frouxas ou polia com desalinhamento nos modelos acionados por correia. 6) Ventilador tocando na carenagem ou hélice trincada. Teste que separa tudo isso: desacople/afrouxe a correia e gire a unidade na mão - se está áspera ou com folga axial perceptível, é unidade compressora.

grave

Sai muita água na linha - a pistola cospe água, a peça pintada dá 'olho de peixe', a ferramenta pneumática enferruja

Compressor não fabrica água, ele concentra a umidade que já está no ar - e todo parafuso, por rodar contínuo, produz mais condensado que pistão. Ordem: 1) purgador travado (o eletrônico com a sede suja não dreno nada, o manual que ninguém abre há meses) tanto no reservatório quanto nos filtros e no secador. 2) Ausência de secador ou secador subdimensionado para a vazão real - conta comum: a fábrica cresceu, trocou o compressor e manteve o secador antigo. 3) Secador ligado mas sem refrigerar - compressor do secador queimado, gás perdido, condensador sujo; sinal: o ponto de orvalho no display não desce e o secador não gela na entrada. 4) Aftercooler (pós-resfriador) sujo, entregando ar quente para a rede - ar quente carrega umidade que vai condensar lá na frente, dentro do tubo. 5) Tubulação sem caimento, sem pé-de-cabra (tomada por cima) e sem ponto de dreno - a água acumula no baixo da rede e é empurrada em golpe para o ponto de uso. 6) Época de chuva no DF: máquina que não dava água em agosto passa a dar em novembro; se o sistema já era limítrofe, a umidade relativa denuncia.

simples

Vazamento de óleo por fora - poça embaixo da máquina, carenagem interna encharcada

Ache a origem antes de trocar qualquer peça: limpe tudo com desengraxante, rode 30 minutos e volte com lanterna. Ordem de probabilidade: 1) mangueiras e conexões de óleo com anilha/o-ring ressecado - borracha envelhece com calor, e mangueira de óleo tem vida útil, não é eterna. 2) Vedação do filtro de óleo mal assentada, ou dupla vedação (a borracha do filtro velho ficou colada no cabeçote - erro clássico de troca apressada). 3) Retentor do eixo da unidade compressora - vaza pelo lado do acoplamento, molha o elemento elástico e joga óleo em névoa; é serviço de bancada, exige desmontar acoplamento. 4) Respiro/válvula de alívio do cárter entupido: o reservatório fica pressurizado depois de parar e empurra óleo por qualquer vedação - o sujeito troca retentor três vezes e o vazamento volta porque a causa é essa. 5) Vedação da tampa do separador ou do próprio reservatório. 6) Radiador de óleo furado por corrosão ou por vibração - nesse a perda é rápida e vem com queda de nível visível.

moderado

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Teste de vazamento da rede: com a produção 100% parada e o compressor ligado, feche o registro geral da fábrica e cronometre quanto tempo o compressor fica em alívio até precisar carregar de novo.

    Se ele volta a carregar em poucos minutos com a fábrica parada, o ar está saindo por vazamento na rede - e nenhuma troca de peça no compressor vai resolver a conta de energia. Se fica horas em alívio, a rede está estanque e o problema é da máquina ou do dimensionamento.

  2. 02
    Encoste um pano branco limpo (ou papel toalha) no ponto de uso mais distante por 30 segundos, com o ar aberto.

    Mancha oleosa amarelada = óleo passando (separador, scavenge, nível). Gotas de água = falta de secagem/purga. Sujeira preta/carepa = tubulação corroída por dentro. Isso diz, em 30 segundos, se o serviço é no compressor ou no tratamento de ar.

  3. 03
    Retire o filtro de ar e olhe contra a luz do sol/lanterna; passe a mão no núcleo do radiador e olhe as aletas com lanterna.

    Filtro que não deixa passar luz já está estrangulando a admissão (perda de vazão e mais óleo arrastado). Aletas do radiador fechadas com poeira/serragem = temperatura alta garantida. Em oficina de madeira, mármore ou funilaria, esse par é responsável pela maioria das chamadas evitáveis.

  4. 04
    Com a máquina em carga, encoste a mão (com cuidado) na mangueirinha fina de retorno de óleo (scavenge) que sai do fundo do separador.

    Ela deve estar quente, com óleo circulando. Fria com o resto da máquina quente = retorno entupido, e a máquina vai jogar óleo na linha até resolver isso. É o teste que separa 'trocar separador' de 'limpar o orifício e a tela'.

Peças originais Schulz para este modelo

  • Tubo/orifício calibrado e telinha da linha de retorno de óleo (scavenge)
  • Válvula de segurança do reservatório de óleo
  • Elementos de filtro de linha (coalescente e de partículas) e filtro de carvão ativado
  • Placa/interface eletrônica de comando (Control) e chicote
  • Kit de manutenção preventiva completo por modelo (SRP 2005/2008/2010/2015, SRP 2020/2025/2030, SRP 4030/4040/4050/4100 etc.)
  • Elemento separador ar/óleo (spin-on ou tipo cesto, conforme modelo SRP)
  • Filtro de óleo (rosca original - cuidado com o assento e a dupla vedação)
  • Filtro de ar da admissão (e o pré-filtro, em ambiente com serragem/pó)

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Instale (e leia) o horímetro: o plano de manutenção do parafuso é por HORA de funcionamento, não por calendário. Anote as horas toda semana em uma planilha simples e registre quantas horas foram em carga e quantas em alívio - esse número denuncia vazamento e dimensionamento errado antes de qualquer defeito aparecer.
  • Troque óleo e filtro de óleo no intervalo do manual do seu modelo, com o óleo especificado, e antecipe em ambiente quente/sujo. Óleo também vence por tempo: máquina de reserva ou alugada parada precisa de troca mesmo com poucas horas. Nunca misture óleo mineral com sintético nem marcas diferentes.
  • Troque o elemento separador ar/óleo no intervalo (referência de mercado em torno de 1.000 horas ou 6 meses, menos em ambiente quente e úmido) e, na mesma parada, limpe o orifício calibrado e a tela da linha de retorno (scavenge). Separador novo com retorno entupido volta a passar óleo em poucas semanas.
  • Limpe o radiador/trocador ar-óleo com ar comprimido no sentido contrário ao do fluxo do ventilador, por dentro das aletas, na periodicidade que o SEU ambiente exigir - em marcenaria, marmoraria e obra isso é mensal, não semestral. Junto, verifique o filtro de ar da admissão contra a luz e a vedação do alojamento.
  • Cuide da sala de máquinas como parte do equipamento: entrada de ar frio embaixo, exaustão do ar quente em cima, nada encostado na traseira da máquina, piso varrido e painel elétrico fechado e limpo (o filtro de ventilação do quadro entope e derruba inversor em máquina de velocidade variável).

Como funciona o conserto do Schulz SRP 3005 Compact

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Schulz SRP 3005 Compact

Vocês consertam compressor de parafuso Schulz SRP 3005 Compact?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Schulz em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Schulz SRP 3005 Compact?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em compressores de parafuso de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Meu compressor ficou parado meses. Posso ligar direto?

Não ligue direto. Máquina parada acumula condensado no cárter, a borracha da válvula de admissão pode ter colado, o óleo pode estar vencido por tempo e a rede pode ter perdido fase nesse intervalo. Procedimento: conferir nível e estado do óleo (se estiver leitoso, trocar antes), girar a unidade na mão para ver se está livre, conferir sentido de rotação com um toque rápido na partida, drenar o reservatório e só então rodar em vazio alguns minutos observando temperatura e pressão. Partida às cegas em máquina parada é uma das formas mais rápidas de transformar uma manutenção simples em recuperação de unidade.

Posso aumentar a pressão para minha ferramenta 'ter mais força'?

Só até o limite de projeto da máquina, e quase sempre é a solução errada. Cada bar a mais custa em torno de 7% de energia e derruba a vazão do equipamento, além de aumentar corrente, temperatura e estresse no separador. Na maioria das vezes que o cliente quer subir pressão, o problema real é perda de carga na rede (tubulação fina, filtro saturado, engate rápido demais) ou vazamento - resolve-se na rede, com ganho de pressão na ponta E economia de energia. Subir setpoint acima do nominal é receita para desarme por sobrecarga e para válvula de segurança abrindo.

Vocês fazem atendimento no local ou preciso levar a máquina?

Compressor de parafuso industrial se atende no local na esmagadora maioria dos casos - preventiva, troca de kit, válvula de admissão, termostática, separador, elétrica e diagnóstico são serviços de campo. Vai para a bancada o que exige desmontagem fina: recuperação de unidade compressora (rolamentos, retentores, ajuste de folga) e rebobinamento de motor. Para cliente com produção que não pode parar, o caminho é combinar a recuperação com uma máquina de locação cobrindo o período - é assim que a gente evita parada de fábrica em Brasília e entorno.

Preciso mesmo de secador e filtro, ou é só venda casada?

Precisa se o seu ar toca no produto ou em equipamento sensível: pintura, alimentos, laboratório, instrumentação, pneumática de precisão, corte a laser. Água e óleo na linha destroem válvula pneumática, dão olho de peixe na pintura, enferrujam ferramenta e contaminam produto - e nenhum compressor, por melhor que seja, entrega ar seco sozinho, porque secar é função do secador, não do compressor. Agora, sendo honesto: para uso de calibragem de pneu e limpeza com jato de ar, um purgador funcionando e um filtro simples já resolvem, e vender secador nesse caso seria empurrar equipamento. A pergunta certa é sempre 'o que o seu ar vai tocar'.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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