Assistência técnica autorizada Schulz

Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3008 Compact em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o compressor de parafuso Schulz SRP 3008 Compact (7,5 hp), com garantia no serviço executado.

Sobe para 7,5 hp mantendo o mesmo reservatório de 200 L do modelo de 5 hp — mais ar por minuto com o mesmo pulmão, o que só funciona porque parafuso trabalha em regime contínuo e não depende do tanque para segurar picos. Atende bancadas de consumo constante: lixadeira, pintura e impacto alternando ao longo do turno. Não é para vários postos simultâneos em alta pressão. Pede rede trifásica 220/380/440V dedicada e bem dimensionada.

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Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3008 Compact em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Schulz Linha industrial

Como tratamos o Schulz SRP 3008 Compact na bancada

Compressor de 7,5 hp que roda o dia inteiro sofre com temperatura: radiador entupido de pó e local sem ventilação levam a desarme térmico e a óleo degradado antes da hora. Some a isso válvula de admissão travada por resíduo. Mantenha um metro livre em volta do gabinete, sopre o radiador em toda manutenção e não misture óleo mineral com sintético — a mistura vira borra e mata o separador.

O diagnóstico correto é o que separa um reparo que dura de um que volta. Antes de qualquer orçamento, abrimos o equipamento e verificamos o que efetivamente falhou — e o que apenas foi consequência da falha principal.

Como somos assistência autorizada Schulz, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Schulz SRP 3008 Compact

O que mais chega à bancada em compressores de parafuso de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

Está saindo óleo junto com o ar - a peça pintada mancha, o filtro de linha enche de óleo, o pano no ponto de uso fica sujo

Primeiro descarte o mais bobo e mais comum: nível de óleo acima do máximo. Máquina que acabou de tomar manutenção e voltou passando óleo é quase sempre isso - encheram até a boca do visor. Confira com a máquina parada, despressurizada e fria; o nível se lê no meio do visor, nunca cheio. Segundo, a linha de retorno (scavenge) - aquele tubinho fino que puxa o óleo do fundo do elemento separador de volta para a unidade compressora. Ela tem um orifício calibrado e uma telinha que entopem com borra de óleo degradado. Se entupiu, o óleo empoça dentro do separador e é arrastado para a linha. Teste simples: com a máquina em carga, esse tubo tem que estar morno/quente com o óleo passando; frio, está entupido. Terceiro, elemento separador saturado ou rompido - saturado é gradual e vem junto com aumento de consumo de energia e alta pressão interna; rompido é abrupto, joga óleo direto na linha e normalmente aparece depois de partidas frequentes com o reservatório pressurizado ou depois de instalar separador paralelo de má qualidade. Quarto, óleo errado ou vencido: óleo mineral comum ou de motor faz espuma, e óleo espumado atravessa qualquer separador. Quinto, válvula de pressão mínima travada aberta - ela é quem segura pressão interna (abre na faixa dos 4 bar, varia por modelo); travada aberta, a velocidade do ar dentro do separador na partida é tão alta que o elemento não separa nada e ainda pode rasgar. Só depois disso se investiga retentor do eixo.

moderado

Válvula de segurança abrindo / a máquina passa da pressão e 'estoura' o alívio

Nunca amarre, tampe ou aperte a mola da válvula de segurança - ela está abrindo porque algo antes dela falhou. Ordem: 1) transdutor/pressostato descalibrado ou com a tomada de pressão entupida por borra, lendo pressão menor do que a real, então o controlador nunca manda aliviar. 2) Setpoint alterado indevidamente no controlador. 3) Válvula de admissão travada aberta - não fecha no alívio e a máquina continua comprimindo. 4) Solenoide de alívio sem sinal ou entupida. 5) Válvula de pressão mínima travada fechada, segurando pressão dentro do reservatório de óleo. 6) A própria válvula de segurança fraca/vencida, abrindo abaixo do valor - essa é a última hipótese e se confirma com bancada de teste. Enquanto não resolver, a máquina está trabalhando acima do projeto: mais corrente, mais calor e risco no vaso.

grave

Vibração forte, a carenagem chacoalha e parafusos da base se soltam sozinhos

1) Elemento elástico do acoplamento (garras/estrela) desgastado ou já dilacerado - inspeção visual resolve, e trocar barato hoje evita quebrar eixo amanhã. 2) Alinhamento motor/unidade fora de tolerância após alguém ter trocado motor ou acoplamento sem relógio comparador. 3) Máquina sem calço/coxim, apoiada em piso irregular ou sobre reservatório sem amortecedor. 4) Ventilador desbalanceado ou com hélice trincada/suja de graxa e poeira. 5) Correias com tensão desigual ou polias fora de plano (linha acionada por correia). 6) Rolamento em falência - aí a vibração vem acompanhada de ruído e de temperatura pontual alta na carcaça, medida com infravermelho. Vibração de compressor nunca é 'normal da máquina': parafuso bem montado é liso.

moderado

Máquina de velocidade variável (linha VSD/Flex) desarmando por falha do inversor ou oscilando rotação

1) Painel elétrico sujo - os filtros de ventilação do quadro entopem com poeira e o inversor desarma por sobretemperatura, geralmente à tarde e depois de horas rodando. É a causa número um e é limpeza, não peça. 2) Rede elétrica: afundamento de tensão, harmônicas de outros equipamentos, aterramento ruim. Registre a tensão nas três fases ao longo do dia antes de condenar o inversor. 3) Parâmetro de rampa/PID mal ajustado ou transdutor de pressão oscilando, o que faz a máquina 'caçar' rotação. 4) Ventilador do dissipador do inversor parado. 5) Cabo de motor com isolação comprometida (megôhmetro resolve a dúvida). Inversor é peça cara: só se condena depois de descartar ventilação, alimentação e parametrização - e sempre com o código de falha registrado no display, não por 'achismo'.

grave

Está esquentando demais / desarma por alta temperatura, normalmente depois de meia hora rodando ou nas horas mais quentes do dia

Antes de abrir qualquer coisa, olhe o radiador (trocador ar-óleo) contra a luz. Em Brasília, com poeira fina de cerrado e época de seca, o núcleo do radiador fecha em semanas em ambiente de marcenaria, serralheria ou beira de via não pavimentada. Limpeza é com ar comprimido no sentido contrário ao fluxo do ventilador, aletas por dentro - lavar só a face externa engana e não resolve. Segundo: sala de máquinas. Compressor de 30, 50, 100 cv joga muito calor; sem entrada de ar frio embaixo e exaustão em cima, a máquina recircula o próprio ar quente e nunca estabiliza. Sintoma clássico: máquina roda fria de manhã e desarma à tarde. Terceiro: nível de óleo baixo ou óleo degradado - óleo escuro, cheiro de queimado, viscosidade perdida não tira calor. Quarto: válvula termostática travada em by-pass, o óleo não passa pelo radiador. Diferencia fácil no tato/termômetro: se a máquina está quente mas a tubulação de entrada do radiador está fria, o óleo não está indo para lá - é a termostática, não o radiador. Quinto: filtro de óleo entupido em by-pass interno. Sexto: ventilador (motor ou hélice) parado ou girando ao contrário depois de mexer no painel. Só por último se suspeita do sensor de temperatura - e o jeito de confirmar é comparar a leitura do display com termômetro infravermelho na saída da unidade compressora. Raciocínio de bancada: compare com o histórico DA PRÓPRIA máquina, não com número de catálogo; subiu 10 a 15 graus em relação ao que ela sempre fez no mesmo horário e mesma carga, já tem defeito instalado mesmo sem alarme.

grave

Liga, o motor gira, mas não sobe pressão / não carrega - fica só soprando ar pelo respiro

Se o motor gira e não faz ar, o problema quase nunca é a unidade compressora - é o sistema de carga. Ordem: 1) válvula solenoide de carga sem sinal ou com bobina queimada. Teste com a chave de fenda encostada na bobina (campo magnético) ou meça tensão no borne quando o controlador manda carregar. 2) Válvula de admissão travada fechada, com diafragma/reparo rasgado ou com o pistão colado por borra. Máquina que ficou parada meses volta assim com frequência. 3) Mangueira de comando furada ou solta entre solenoide e admissão - é a falha mais rápida de achar e a que mais passa despercebida. 4) Filtro de ar totalmente obstruído (aí ela faz um pouco de ar, com muito ruído de sucção). 5) Pressostato/transdutor descalibrado ou parametrização do Control alterada por quem não devia mexer. 6) Sentido de rotação invertido depois de troca de cabo, painel ou queda de fase - o parafuso girando ao contrário faz pouquíssimo ar, esquenta e ainda joga óleo pela admissão; é o que o relé de sequência e falta de fase existe para evitar. Unidade compressora desgastada (folga entre rotores) é o ÚLTIMO da lista e não aparece do dia para a noite: ela vai perdendo vazão ao longo de meses e vem acompanhada de ruído e de tempo de carga cada vez maior.

moderado

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Abra manualmente o dreno/purgador do reservatório e dos filtros de linha uma vez com a máquina pressurizada.

    Se sair jato forte de água (ou nada, quando deveria sair água), o purgador automático está travado. Purgador travado fechado alaga a rede; travado aberto queima energia soprando ar 24 horas e ainda faz a máquina ciclar.

  2. 02
    Depois de qualquer serviço na energia (troca de cabo, painel, queda da concessionária), dê um toque rápido na partida e observe o sentido de giro do ventilador/seta indicada na carenagem.

    Sentido invertido significa rotação invertida da unidade compressora: pouco ar, sobreaquecimento e óleo saindo pela admissão. Não fique tentando repetidas partidas - inverta duas fases ou verifique o relé de sequência antes de rodar de novo.

  3. 03
    Escute a máquina do lado da unidade compressora, primeiro fria na partida e depois quente em carga.

    Chiado/rangido que muda de tom com a pressão e piora quente = rolamento. 'Toc' na partida e na parada = elemento do acoplamento. Assobio de sucção alto = filtro de ar obstruído ou admissão abrindo parcial. Ruído novo em parafuso tem prazo curto - agende serviço, não espere parar.

  4. 04
    Com a máquina PARADA, despressurizada e depois de 10 minutos de descanso, olhe o nível no visor do reservatório de óleo e a cor do óleo contra a luz.

    Nível acima do máximo explica quase todo caso de óleo indo para a linha. Nível baixo explica temperatura alta e ruído. Óleo escuro/opaco com cheiro de queimado = vencido, troque antes que vire borra. Óleo esbranquiçado/leitoso = água emulsionada, máquina trabalhando fria ou parada há tempo demais.

Peças originais Schulz para este modelo

  • Elemento elástico do acoplamento (garra/estrela) - nas de acionamento direto
  • Correias, polias e tensor - nos modelos acionados por correia
  • Mangueiras de óleo, mangueiras de ar quente e conexões/o-rings
  • Sensor de temperatura e transdutor/pressostato de pressão
  • Relé de sequência e falta de fase (220V / 380V / 440V conforme instalação)
  • Contatora, relé térmico e fusíveis de comando do painel
  • Purgador eletrônico (dreno automático) do reservatório e dos filtros
  • Radiador/trocador de calor ar-óleo e pós-resfriador (aftercooler)

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Limpe o radiador/trocador ar-óleo com ar comprimido no sentido contrário ao do fluxo do ventilador, por dentro das aletas, na periodicidade que o SEU ambiente exigir - em marcenaria, marmoraria e obra isso é mensal, não semestral. Junto, verifique o filtro de ar da admissão contra a luz e a vedação do alojamento.
  • Cuide da sala de máquinas como parte do equipamento: entrada de ar frio embaixo, exaustão do ar quente em cima, nada encostado na traseira da máquina, piso varrido e painel elétrico fechado e limpo (o filtro de ventilação do quadro entope e derruba inversor em máquina de velocidade variável).
  • Teste os purgadores/drenos toda semana - reservatório, filtros de linha e secador. Travado fechado alaga a rede; travado aberto queima energia soprando ar 24 horas. Drene manualmente uma vez para conferir que sai o que tem que sair.
  • Faça uma ronda mensal de vazamentos na rede com a produção parada, ouvindo engates, mangueiras, roscas e válvulas. Vazamento é o defeito mais caro da fábrica e o único que ninguém enxerga na fatura - e é o que faz um compressor saudável parecer 'fraco'.
  • Meça e registre mensalmente: temperatura em carga plena, pressão de trabalho, corrente nas três fases e o delta entre pressão interna do reservatório de óleo e pressão de linha. Comparar esses números com o histórico da própria máquina antecipa separador saturado, radiador sujo e motor em sofrimento antes do alarme.

Como funciona o conserto do Schulz SRP 3008 Compact

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Schulz SRP 3008 Compact

Vocês consertam compressor de parafuso Schulz SRP 3008 Compact?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Schulz em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Schulz SRP 3008 Compact?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em compressores de parafuso de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Por que meu compressor de pistão não aguentou e o de parafuso aguenta?

São regimes de trabalho diferentes por projeto. O pistão trabalha em ciclos com fator de carga limitado - ele precisa parar para esfriar; forçar pistão em regime contínuo queima válvula, anel e cabeçote. O parafuso foi feito para rodar contínuo, sem folga de repouso, e por isso o custo por pcm produzido cai em uso pesado. Agora, o contrário também é verdade e pouca gente conta: parafuso trabalhando POUCO, ligando e desligando o dia inteiro, adoece - trabalha frio, emulsiona óleo e castiga o separador. Se seu consumo é intermitente e pequeno, o parafuso fixo pode ser a máquina errada; nesse caso a conversa é sobre velocidade variável ou sobre reservatório maior.

Peça original ou paralela?

Sendo direto: em item de vedação e em elemento separador, insista em original ou em paralela de marca comprovada - separador ruim rasga e joga óleo na linha inteira, e o prejuízo (peça pintada perdida, lote contaminado, filtro de linha destruído) é muito maior que a diferença de preço. Em item elétrico de mercado (contatora, relé, disjuntor), paralela de primeira linha resolve sem drama. Em kit de manutenção completo, o cálculo costuma fechar a favor do kit original, porque vem casado e mantém a garantia da máquina. Nós trabalhamos como autorizada e vendemos os dois - o que não fazemos é empurrar paralela barata em ponto crítico.

Quando NÃO compensa consertar?

Alguns casos em que a gente mesmo recomenda não consertar: (1) máquina antiga com unidade compressora travada e rotores danificados, onde a soma unidade + motor + mão de obra passa de cerca de metade do valor de uma nova; (2) máquina cujo modelo saiu de linha e não tem mais peça de reposição confiável - você conserta hoje e fica refém na próxima; (3) máquina claramente mal dimensionada, que vive em ciclagem e vai continuar quebrando pelo mesmo motivo depois do conserto; (4) motor queimado por rotação invertida somado a unidade danificada. Nesses casos, o caminho é máquina nova, seminovo revisado ou locação enquanto se decide - e a gente aceita perder o serviço de conserto para não vender um remendo caro.

Meu compressor ficou parado meses. Posso ligar direto?

Não ligue direto. Máquina parada acumula condensado no cárter, a borracha da válvula de admissão pode ter colado, o óleo pode estar vencido por tempo e a rede pode ter perdido fase nesse intervalo. Procedimento: conferir nível e estado do óleo (se estiver leitoso, trocar antes), girar a unidade na mão para ver se está livre, conferir sentido de rotação com um toque rápido na partida, drenar o reservatório e só então rodar em vazio alguns minutos observando temperatura e pressão. Partida às cegas em máquina parada é uma das formas mais rápidas de transformar uma manutenção simples em recuperação de unidade.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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