Assistência técnica autorizada Schulz

Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3015E III Compact em Brasília-DF

Diagnóstico, orçamento sem compromisso e reparo com peça original para o compressor de parafuso Schulz SRP 3015E III Compact (15 hp), com garantia no serviço executado.

Quinze hp ainda sobre 200 L: aqui o reservatório é claramente pequeno em relação à produção, e o equipamento só faz sentido em rede com consumo estável, não em uso de liga-desliga. Sustenta várias ferramentas ao mesmo tempo em regime industrial leve, jateamento de curta duração e cabine de pintura. Quem tem picos curtos e longos períodos parados desperdiça o porte e paga energia à toa. Alimentação trifásica 220/380/440V com proteção adequada.

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Conserto de compressor de parafuso Schulz SRP 3015E III Compact em Brasília-DF — assistência técnica autorizada Schulz Linha industrial

Como tratamos o Schulz SRP 3015E III Compact na bancada

Nesse porte o vilão é a água: 15 hp jogam muito condensado na linha e, sem dreno funcionando e secador a jusante, a umidade volta como ferrugem nas ferramentas e defeito na pintura. A segunda causa de bancada é rolamento da unidade compressora rodando com óleo fora de especificação. Mantenha o dreno automático limpo, verifique o nível de óleo toda semana e registre as horas de operação.

Consertar este equipamento com peça original e diagnóstico correto normalmente custa uma fração de um equipamento novo. O que encarece o reparo é o tempo que se leva até trazê-lo: pequenos defeitos ignorados viram troca de conjunto.

Como somos assistência autorizada Schulz, temos acesso ao catálogo de peças originais deste modelo e ao procedimento de reparo que o fabricante especifica. Na prática, é a diferença entre substituir o componente exato que falhou e trocar um conjunto inteiro por não conseguir a peça avulsa.

  • Diagnóstico técnico e orçamento sem compromisso
  • Reparo com peças originais da marca
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Reposição de peças e acessórios
  • Garantia no serviço executado

Defeitos mais comuns no Schulz SRP 3015E III Compact

O que mais chega à bancada em compressores de parafuso de linha industrial, com a causa provável de cada sintoma. Não encontrou o seu caso? Avaliamos qualquer defeito.

Está saindo óleo junto com o ar - a peça pintada mancha, o filtro de linha enche de óleo, o pano no ponto de uso fica sujo

Primeiro descarte o mais bobo e mais comum: nível de óleo acima do máximo. Máquina que acabou de tomar manutenção e voltou passando óleo é quase sempre isso - encheram até a boca do visor. Confira com a máquina parada, despressurizada e fria; o nível se lê no meio do visor, nunca cheio. Segundo, a linha de retorno (scavenge) - aquele tubinho fino que puxa o óleo do fundo do elemento separador de volta para a unidade compressora. Ela tem um orifício calibrado e uma telinha que entopem com borra de óleo degradado. Se entupiu, o óleo empoça dentro do separador e é arrastado para a linha. Teste simples: com a máquina em carga, esse tubo tem que estar morno/quente com o óleo passando; frio, está entupido. Terceiro, elemento separador saturado ou rompido - saturado é gradual e vem junto com aumento de consumo de energia e alta pressão interna; rompido é abrupto, joga óleo direto na linha e normalmente aparece depois de partidas frequentes com o reservatório pressurizado ou depois de instalar separador paralelo de má qualidade. Quarto, óleo errado ou vencido: óleo mineral comum ou de motor faz espuma, e óleo espumado atravessa qualquer separador. Quinto, válvula de pressão mínima travada aberta - ela é quem segura pressão interna (abre na faixa dos 4 bar, varia por modelo); travada aberta, a velocidade do ar dentro do separador na partida é tão alta que o elemento não separa nada e ainda pode rasgar. Só depois disso se investiga retentor do eixo.

moderado

Óleo com aparência de leite/café com leite, espuma no visor, ou consumo de óleo alto sem vazamento aparente

Óleo emulsionado é água condensada dentro do cárter. Causa número um: máquina trabalhando fria - pouco carregada, ligando e desligando o dia inteiro, ou instalada em sala fria/muito úmida. O parafuso PRECISA aquecer para evaporar o condensado; máquina de 50 cv atendendo consumo de 10 cv vive fria e emulsiona o óleo em semanas. Causa dois: válvula termostática travada aberta, mandando óleo para o radiador cedo demais e mantendo a temperatura de trabalho abaixo do ideal. Causa três: óleo vencido por tempo (não por hora) - máquina de reserva, alugada e parada, ou sazonal, oxida o óleo mesmo sem rodar. Causa quatro: mistura de óleos incompatíveis (mineral com sintético, ou marca diferente completada 'só para não faltar') - dá borra e espuma. Óleo emulsionado não lubrifica: se rodar assim, o próximo item da lista é rolamento de unidade compressora.

moderado

Válvula de segurança abrindo / a máquina passa da pressão e 'estoura' o alívio

Nunca amarre, tampe ou aperte a mola da válvula de segurança - ela está abrindo porque algo antes dela falhou. Ordem: 1) transdutor/pressostato descalibrado ou com a tomada de pressão entupida por borra, lendo pressão menor do que a real, então o controlador nunca manda aliviar. 2) Setpoint alterado indevidamente no controlador. 3) Válvula de admissão travada aberta - não fecha no alívio e a máquina continua comprimindo. 4) Solenoide de alívio sem sinal ou entupida. 5) Válvula de pressão mínima travada fechada, segurando pressão dentro do reservatório de óleo. 6) A própria válvula de segurança fraca/vencida, abrindo abaixo do valor - essa é a última hipótese e se confirma com bancada de teste. Enquanto não resolver, a máquina está trabalhando acima do projeto: mais corrente, mais calor e risco no vaso.

grave

Vibração forte, a carenagem chacoalha e parafusos da base se soltam sozinhos

1) Elemento elástico do acoplamento (garras/estrela) desgastado ou já dilacerado - inspeção visual resolve, e trocar barato hoje evita quebrar eixo amanhã. 2) Alinhamento motor/unidade fora de tolerância após alguém ter trocado motor ou acoplamento sem relógio comparador. 3) Máquina sem calço/coxim, apoiada em piso irregular ou sobre reservatório sem amortecedor. 4) Ventilador desbalanceado ou com hélice trincada/suja de graxa e poeira. 5) Correias com tensão desigual ou polias fora de plano (linha acionada por correia). 6) Rolamento em falência - aí a vibração vem acompanhada de ruído e de temperatura pontual alta na carcaça, medida com infravermelho. Vibração de compressor nunca é 'normal da máquina': parafuso bem montado é liso.

moderado

Máquina de velocidade variável (linha VSD/Flex) desarmando por falha do inversor ou oscilando rotação

1) Painel elétrico sujo - os filtros de ventilação do quadro entopem com poeira e o inversor desarma por sobretemperatura, geralmente à tarde e depois de horas rodando. É a causa número um e é limpeza, não peça. 2) Rede elétrica: afundamento de tensão, harmônicas de outros equipamentos, aterramento ruim. Registre a tensão nas três fases ao longo do dia antes de condenar o inversor. 3) Parâmetro de rampa/PID mal ajustado ou transdutor de pressão oscilando, o que faz a máquina 'caçar' rotação. 4) Ventilador do dissipador do inversor parado. 5) Cabo de motor com isolação comprometida (megôhmetro resolve a dúvida). Inversor é peça cara: só se condena depois de descartar ventilação, alimentação e parametrização - e sempre com o código de falha registrado no display, não por 'achismo'.

grave

Está esquentando demais / desarma por alta temperatura, normalmente depois de meia hora rodando ou nas horas mais quentes do dia

Antes de abrir qualquer coisa, olhe o radiador (trocador ar-óleo) contra a luz. Em Brasília, com poeira fina de cerrado e época de seca, o núcleo do radiador fecha em semanas em ambiente de marcenaria, serralheria ou beira de via não pavimentada. Limpeza é com ar comprimido no sentido contrário ao fluxo do ventilador, aletas por dentro - lavar só a face externa engana e não resolve. Segundo: sala de máquinas. Compressor de 30, 50, 100 cv joga muito calor; sem entrada de ar frio embaixo e exaustão em cima, a máquina recircula o próprio ar quente e nunca estabiliza. Sintoma clássico: máquina roda fria de manhã e desarma à tarde. Terceiro: nível de óleo baixo ou óleo degradado - óleo escuro, cheiro de queimado, viscosidade perdida não tira calor. Quarto: válvula termostática travada em by-pass, o óleo não passa pelo radiador. Diferencia fácil no tato/termômetro: se a máquina está quente mas a tubulação de entrada do radiador está fria, o óleo não está indo para lá - é a termostática, não o radiador. Quinto: filtro de óleo entupido em by-pass interno. Sexto: ventilador (motor ou hélice) parado ou girando ao contrário depois de mexer no painel. Só por último se suspeita do sensor de temperatura - e o jeito de confirmar é comparar a leitura do display com termômetro infravermelho na saída da unidade compressora. Raciocínio de bancada: compare com o histórico DA PRÓPRIA máquina, não com número de catálogo; subiu 10 a 15 graus em relação ao que ela sempre fez no mesmo horário e mesma carga, já tem defeito instalado mesmo sem alarme.

grave

Testes que você pode fazer antes de trazer

Vale checar estes pontos antes de sair de casa: às vezes o problema é simples e você resolve sem sair do lugar. Se não for, a informação adianta o diagnóstico e o orçamento.

  1. 01
    Depois de qualquer serviço na energia (troca de cabo, painel, queda da concessionária), dê um toque rápido na partida e observe o sentido de giro do ventilador/seta indicada na carenagem.

    Sentido invertido significa rotação invertida da unidade compressora: pouco ar, sobreaquecimento e óleo saindo pela admissão. Não fique tentando repetidas partidas - inverta duas fases ou verifique o relé de sequência antes de rodar de novo.

  2. 02
    Escute a máquina do lado da unidade compressora, primeiro fria na partida e depois quente em carga.

    Chiado/rangido que muda de tom com a pressão e piora quente = rolamento. 'Toc' na partida e na parada = elemento do acoplamento. Assobio de sucção alto = filtro de ar obstruído ou admissão abrindo parcial. Ruído novo em parafuso tem prazo curto - agende serviço, não espere parar.

  3. 03
    Com a máquina PARADA, despressurizada e depois de 10 minutos de descanso, olhe o nível no visor do reservatório de óleo e a cor do óleo contra a luz.

    Nível acima do máximo explica quase todo caso de óleo indo para a linha. Nível baixo explica temperatura alta e ruído. Óleo escuro/opaco com cheiro de queimado = vencido, troque antes que vire borra. Óleo esbranquiçado/leitoso = água emulsionada, máquina trabalhando fria ou parada há tempo demais.

  4. 04
    Anote a temperatura mostrada no display em carga plena, no mesmo horário, por 3 dias, e compare com o que a máquina sempre fez.

    Não interessa o número absoluto e sim a variação: subiu 10 a 15 graus em relação ao histórico da própria máquina, tem defeito instalado (radiador sujo, sala sem exaustão, termostática, nível de óleo) mesmo que ainda não tenha alarme. É o melhor indicador antecipado de problema em parafuso.

Peças originais Schulz para este modelo

  • Purgador eletrônico (dreno automático) do reservatório e dos filtros
  • Radiador/trocador de calor ar-óleo e pós-resfriador (aftercooler)
  • Ventilador e motor do ventilador de arrefecimento
  • Kit de vedações e o-rings do reservatório separador e tampas
  • Tubo/orifício calibrado e telinha da linha de retorno de óleo (scavenge)
  • Válvula de segurança do reservatório de óleo
  • Elementos de filtro de linha (coalescente e de partículas) e filtro de carvão ativado
  • Placa/interface eletrônica de comando (Control) e chicote

Mande o modelo pelo WhatsApp que confirmamos a disponibilidade da peça antes de você trazer o equipamento.

Como fazer este modelo durar mais

  • Em máquina que fica parada (reserva ou locação em estoque): rode em vazio periodicamente até aquecer, para evaporar condensado do cárter, e confira o estado do óleo antes de qualquer partida após longos períodos.
  • Guarde histórico: nota de peça, horímetro na data do serviço, relatório do técnico e código dos filtros usados. Além de segurar a garantia, é isso que permite diagnosticar rápido no dia em que a máquina realmente parar.
  • Instale (e leia) o horímetro: o plano de manutenção do parafuso é por HORA de funcionamento, não por calendário. Anote as horas toda semana em uma planilha simples e registre quantas horas foram em carga e quantas em alívio - esse número denuncia vazamento e dimensionamento errado antes de qualquer defeito aparecer.
  • Troque óleo e filtro de óleo no intervalo do manual do seu modelo, com o óleo especificado, e antecipe em ambiente quente/sujo. Óleo também vence por tempo: máquina de reserva ou alugada parada precisa de troca mesmo com poucas horas. Nunca misture óleo mineral com sintético nem marcas diferentes.
  • Troque o elemento separador ar/óleo no intervalo (referência de mercado em torno de 1.000 horas ou 6 meses, menos em ambiente quente e úmido) e, na mesma parada, limpe o orifício calibrado e a tela da linha de retorno (scavenge). Separador novo com retorno entupido volta a passar óleo em poucas semanas.

Como funciona o conserto do Schulz SRP 3015E III Compact

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre o conserto do Schulz SRP 3015E III Compact

Vocês consertam compressor de parafuso Schulz SRP 3015E III Compact?

Sim. Somos assistência técnica autorizada Schulz em Brasília-DF e atendemos este modelo com peças originais, técnicos treinados pela marca e garantia no serviço executado. O reparo é feito na nossa loja no SIA Trecho 3.

Quanto custa consertar um Schulz SRP 3015E III Compact?

Depende do que falhou. Por isso o diagnóstico vem antes do orçamento: abrimos o equipamento, identificamos a causa e informamos o valor com as peças necessárias. A avaliação é sem compromisso e o reparo só é executado após a sua aprovação.

Compensa consertar ou é melhor comprar outro?

Na maioria dos casos, consertar com peça original custa uma fração de um equipamento novo — principalmente em compressores de parafuso de linha profissional, feitos para durar anos. Quando o reparo não compensa, dizemos com franqueza e mostramos as opções de troca.

Meu compressor ficou parado meses. Posso ligar direto?

Não ligue direto. Máquina parada acumula condensado no cárter, a borracha da válvula de admissão pode ter colado, o óleo pode estar vencido por tempo e a rede pode ter perdido fase nesse intervalo. Procedimento: conferir nível e estado do óleo (se estiver leitoso, trocar antes), girar a unidade na mão para ver se está livre, conferir sentido de rotação com um toque rápido na partida, drenar o reservatório e só então rodar em vazio alguns minutos observando temperatura e pressão. Partida às cegas em máquina parada é uma das formas mais rápidas de transformar uma manutenção simples em recuperação de unidade.

Posso aumentar a pressão para minha ferramenta 'ter mais força'?

Só até o limite de projeto da máquina, e quase sempre é a solução errada. Cada bar a mais custa em torno de 7% de energia e derruba a vazão do equipamento, além de aumentar corrente, temperatura e estresse no separador. Na maioria das vezes que o cliente quer subir pressão, o problema real é perda de carga na rede (tubulação fina, filtro saturado, engate rápido demais) ou vazamento - resolve-se na rede, com ganho de pressão na ponta E economia de energia. Subir setpoint acima do nominal é receita para desarme por sobrecarga e para válvula de segurança abrindo.

Vocês fazem atendimento no local ou preciso levar a máquina?

Compressor de parafuso industrial se atende no local na esmagadora maioria dos casos - preventiva, troca de kit, válvula de admissão, termostática, separador, elétrica e diagnóstico são serviços de campo. Vai para a bancada o que exige desmontagem fina: recuperação de unidade compressora (rolamentos, retentores, ajuste de folga) e rebobinamento de motor. Para cliente com produção que não pode parar, o caminho é combinar a recuperação com uma máquina de locação cobrindo o período - é assim que a gente evita parada de fábrica em Brasília e entorno.

Preciso mesmo de secador e filtro, ou é só venda casada?

Precisa se o seu ar toca no produto ou em equipamento sensível: pintura, alimentos, laboratório, instrumentação, pneumática de precisão, corte a laser. Água e óleo na linha destroem válvula pneumática, dão olho de peixe na pintura, enferrujam ferramenta e contaminam produto - e nenhum compressor, por melhor que seja, entrega ar seco sozinho, porque secar é função do secador, não do compressor. Agora, sendo honesto: para uso de calibragem de pneu e limpeza com jato de ar, um purgador funcionando e um filtro simples já resolvem, e vender secador nesse caso seria empurrar equipamento. A pergunta certa é sempre 'o que o seu ar vai tocar'.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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