Assistência técnica autorizada

Conserto de compressor de parafuso em Brasília-DF

Diagnóstico, peças originais e garantia no serviço para compressores de parafuso das principais marcas do mercado. 11 modelos catalogados, com página própria de defeitos e peças.

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Como funciona o compressor de parafuso e o que mais desgasta

O compressor de parafuso não tem pistão nem válvula de lâmina: dois rotores helicoidais (macho e fêmea) engrenados dentro de um casco comprimem o ar continuamente, e o óleo injetado dentro da unidade compressora faz três serviços ao mesmo tempo - veda a folga entre os rotores, lubrifica os rolamentos e retira o calor da compressão. Por isso, no parafuso, quase tudo que dá problema é problema de óleo: óleo velho ou errado, óleo quente, óleo sujo, óleo no lugar errado (na linha de ar em vez do cárter). O que mais mata esse tipo de máquina não é hora de funcionamento, é temperatura alta sustentada e manutenção fora do horímetro - óleo degradado vira verniz, o verniz entope o retorno (scavenge) e o trocador, a temperatura sobe mais, e aí os rolamentos da unidade compressora vão embora e o serviço deixa de ser um kit de manutenção e passa a ser recuperação de unidade compressora.

Na Nova Alta Pressão, todo reparo começa pelo diagnóstico: abrimos o equipamento, identificamos a causa real e só então informamos o orçamento. Trabalhamos com peça original das marcas que representamos e damos garantia no serviço executado.

Defeitos de compressor de parafuso que mais chegam à bancada

Do sintoma à causa provável. É o mesmo raciocínio que usamos no diagnóstico, na ordem em que descartamos as hipóteses.

Está saindo óleo junto com o ar - a peça pintada mancha, o filtro de linha enche de óleo, o pano no ponto de uso fica sujo

Primeiro descarte o mais bobo e mais comum: nível de óleo acima do máximo. Máquina que acabou de tomar manutenção e voltou passando óleo é quase sempre isso - encheram até a boca do visor. Confira com a máquina parada, despressurizada e fria; o nível se lê no meio do visor, nunca cheio. Segundo, a linha de retorno (scavenge) - aquele tubinho fino que puxa o óleo do fundo do elemento separador de volta para a unidade compressora. Ela tem um orifício calibrado e uma telinha que entopem com borra de óleo degradado. Se entupiu, o óleo empoça dentro do separador e é arrastado para a linha. Teste simples: com a máquina em carga, esse tubo tem que estar morno/quente com o óleo passando; frio, está entupido. Terceiro, elemento separador saturado ou rompido - saturado é gradual e vem junto com aumento de consumo de energia e alta pressão interna; rompido é abrupto, joga óleo direto na linha e normalmente aparece depois de partidas frequentes com o reservatório pressurizado ou depois de instalar separador paralelo de má qualidade. Quarto, óleo errado ou vencido: óleo mineral comum ou de motor faz espuma, e óleo espumado atravessa qualquer separador. Quinto, válvula de pressão mínima travada aberta - ela é quem segura pressão interna (abre na faixa dos 4 bar, varia por modelo); travada aberta, a velocidade do ar dentro do separador na partida é tão alta que o elemento não separa nada e ainda pode rasgar. Só depois disso se investiga retentor do eixo.

Está esquentando demais / desarma por alta temperatura, normalmente depois de meia hora rodando ou nas horas mais quentes do dia

Antes de abrir qualquer coisa, olhe o radiador (trocador ar-óleo) contra a luz. Em Brasília, com poeira fina de cerrado e época de seca, o núcleo do radiador fecha em semanas em ambiente de marcenaria, serralheria ou beira de via não pavimentada. Limpeza é com ar comprimido no sentido contrário ao fluxo do ventilador, aletas por dentro - lavar só a face externa engana e não resolve. Segundo: sala de máquinas. Compressor de 30, 50, 100 cv joga muito calor; sem entrada de ar frio embaixo e exaustão em cima, a máquina recircula o próprio ar quente e nunca estabiliza. Sintoma clássico: máquina roda fria de manhã e desarma à tarde. Terceiro: nível de óleo baixo ou óleo degradado - óleo escuro, cheiro de queimado, viscosidade perdida não tira calor. Quarto: válvula termostática travada em by-pass, o óleo não passa pelo radiador. Diferencia fácil no tato/termômetro: se a máquina está quente mas a tubulação de entrada do radiador está fria, o óleo não está indo para lá - é a termostática, não o radiador. Quinto: filtro de óleo entupido em by-pass interno. Sexto: ventilador (motor ou hélice) parado ou girando ao contrário depois de mexer no painel. Só por último se suspeita do sensor de temperatura - e o jeito de confirmar é comparar a leitura do display com termômetro infravermelho na saída da unidade compressora. Raciocínio de bancada: compare com o histórico DA PRÓPRIA máquina, não com número de catálogo; subiu 10 a 15 graus em relação ao que ela sempre fez no mesmo horário e mesma carga, já tem defeito instalado mesmo sem alarme.

Liga, o motor gira, mas não sobe pressão / não carrega - fica só soprando ar pelo respiro

Se o motor gira e não faz ar, o problema quase nunca é a unidade compressora - é o sistema de carga. Ordem: 1) válvula solenoide de carga sem sinal ou com bobina queimada. Teste com a chave de fenda encostada na bobina (campo magnético) ou meça tensão no borne quando o controlador manda carregar. 2) Válvula de admissão travada fechada, com diafragma/reparo rasgado ou com o pistão colado por borra. Máquina que ficou parada meses volta assim com frequência. 3) Mangueira de comando furada ou solta entre solenoide e admissão - é a falha mais rápida de achar e a que mais passa despercebida. 4) Filtro de ar totalmente obstruído (aí ela faz um pouco de ar, com muito ruído de sucção). 5) Pressostato/transdutor descalibrado ou parametrização do Control alterada por quem não devia mexer. 6) Sentido de rotação invertido depois de troca de cabo, painel ou queda de fase - o parafuso girando ao contrário faz pouquíssimo ar, esquenta e ainda joga óleo pela admissão; é o que o relé de sequência e falta de fase existe para evitar. Unidade compressora desgastada (folga entre rotores) é o ÚLTIMO da lista e não aparece do dia para a noite: ela vai perdendo vazão ao longo de meses e vem acompanhada de ruído e de tempo de carga cada vez maior.

Carrega e alivia o tempo todo, de poucos em poucos segundos, e o consumo de energia disparou

Isso normalmente não é defeito da máquina, é defeito do sistema - e o cliente costuma trocar peça à toa. Primeiro: vazamento na rede. Rede de fábrica velha com engate rápido, mangueira de pistola e purgador manual mal fechado perde de 20% a 30% da produção; teste desligando a produção e cronometrando a queda de pressão. Segundo: banda de pressão (delta entre carga e alívio) apertada demais na parametrização, ou reservatório subdimensionado para a vazão da máquina - parafuso pede volume de pulmão, senão vive em ciclagem. Terceiro: máquina superdimensionada para a demanda real (comprou 50 cv para um consumo de 20 cv). Quarto: purgador eletrônico travado aberto, soprando ar direto para a atmosfera 24 horas - dá para ouvir. Quinto: válvula de admissão que não fecha por completo no alívio. Ciclagem excessiva não é só custo de energia: cada ciclo de carga é um golpe no elemento separador e no motor. Em máquina de velocidade variável (linha Flex/VSD) esse sintoma vira outra coisa: o inversor fica oscilando rotação, e aí investiga-se parâmetro de rampa e o transdutor.

Desarma o disjuntor / o relé térmico atua / o motor 'puxa' muito e cheira a quente

Primeiro descarte o elétrico externo: subtensão, cabo subdimensionado, mau contato em borne ou queda de uma fase - motor trifásico rodando em duas fases esquenta e desarma, e no DF, em ramais industriais longos, isso é rotina. Meça corrente nas três fases em carga plena e compare com a plaqueta do motor; desequilíbrio acima de 5% já denuncia. Segundo: elemento separador saturado. Ele saturado cria contrapressão, a máquina passa a trabalhar acima da pressão nominal e o motor puxa corrente proporcional - é a causa mecânica mais comum e a mais barata de resolver. Confirma comparando a pressão interna do reservatório de óleo com a pressão de linha: diferença grande demais entre as duas é separador entupido. Terceiro: pressão de trabalho ajustada acima do que a máquina foi projetada (alguém subiu o setpoint para 'ganhar força'); cada bar a mais é mais corrente e mais calor. Quarto: contatora com contato colado/queimado ou relé térmico envelhecido atuando abaixo do valor. Quinto: rolamento do motor elétrico travando. Sexto - e o mais caro - unidade compressora com rolamento em fim de vida, que faz a máquina exigir mais torque na partida. Sintoma que separa: se desarma na partida, olhe partida (estrela-triângulo, soft-starter, contatora); se desarma depois de aquecida, olhe separador, pressão e temperatura.

Barulho anormal na unidade compressora - chiado, rangido, um 'ronco' metálico que aumenta com a rotação

Ruído novo em parafuso é sempre para levar a sério, porque a janela entre o primeiro chiado e o travamento dos rotores costuma ser de semanas, não de meses. Ordem: 1) rolamentos da unidade compressora em fim de vida - vida de referência de mercado gira em torno de 20.000 horas, mas cai pela metade se a máquina viveu quente ou com óleo fora de intervalo. O ruído é constante, muda de tom com a pressão e piora quente. 2) Falta de óleo ou óleo sem viscosidade - sempre confira o nível antes de condenar rolamento. 3) Entrada de sujeira por filtro de ar mal vedado, tampa mal fechada ou filtro paralelo com colarinho errado: poeira dentro dos rotores risca o perfil e faz ruído de raspagem. Se aparecer risco no rotor, a conta é recuperação de unidade. 4) Elemento elástico do acoplamento desgastado (nas de acionamento direto) - esse dá um 'toc' na partida e na parada e vibração; é barato e rápido. 5) Correias frouxas ou polia com desalinhamento nos modelos acionados por correia. 6) Ventilador tocando na carenagem ou hélice trincada. Teste que separa tudo isso: desacople/afrouxe a correia e gire a unidade na mão - se está áspera ou com folga axial perceptível, é unidade compressora.

Sai muita água na linha - a pistola cospe água, a peça pintada dá 'olho de peixe', a ferramenta pneumática enferruja

Compressor não fabrica água, ele concentra a umidade que já está no ar - e todo parafuso, por rodar contínuo, produz mais condensado que pistão. Ordem: 1) purgador travado (o eletrônico com a sede suja não dreno nada, o manual que ninguém abre há meses) tanto no reservatório quanto nos filtros e no secador. 2) Ausência de secador ou secador subdimensionado para a vazão real - conta comum: a fábrica cresceu, trocou o compressor e manteve o secador antigo. 3) Secador ligado mas sem refrigerar - compressor do secador queimado, gás perdido, condensador sujo; sinal: o ponto de orvalho no display não desce e o secador não gela na entrada. 4) Aftercooler (pós-resfriador) sujo, entregando ar quente para a rede - ar quente carrega umidade que vai condensar lá na frente, dentro do tubo. 5) Tubulação sem caimento, sem pé-de-cabra (tomada por cima) e sem ponto de dreno - a água acumula no baixo da rede e é empurrada em golpe para o ponto de uso. 6) Época de chuva no DF: máquina que não dava água em agosto passa a dar em novembro; se o sistema já era limítrofe, a umidade relativa denuncia.

Vazamento de óleo por fora - poça embaixo da máquina, carenagem interna encharcada

Ache a origem antes de trocar qualquer peça: limpe tudo com desengraxante, rode 30 minutos e volte com lanterna. Ordem de probabilidade: 1) mangueiras e conexões de óleo com anilha/o-ring ressecado - borracha envelhece com calor, e mangueira de óleo tem vida útil, não é eterna. 2) Vedação do filtro de óleo mal assentada, ou dupla vedação (a borracha do filtro velho ficou colada no cabeçote - erro clássico de troca apressada). 3) Retentor do eixo da unidade compressora - vaza pelo lado do acoplamento, molha o elemento elástico e joga óleo em névoa; é serviço de bancada, exige desmontar acoplamento. 4) Respiro/válvula de alívio do cárter entupido: o reservatório fica pressurizado depois de parar e empurra óleo por qualquer vedação - o sujeito troca retentor três vezes e o vazamento volta porque a causa é essa. 5) Vedação da tampa do separador ou do próprio reservatório. 6) Radiador de óleo furado por corrosão ou por vibração - nesse a perda é rápida e vem com queda de nível visível.

Antes de trazer: testes que você mesmo pode fazer

  1. 01
    Com a máquina PARADA, despressurizada e depois de 10 minutos de descanso, olhe o nível no visor do reservatório de óleo e a cor do óleo contra a luz.

    Nível acima do máximo explica quase todo caso de óleo indo para a linha. Nível baixo explica temperatura alta e ruído. Óleo escuro/opaco com cheiro de queimado = vencido, troque antes que vire borra. Óleo esbranquiçado/leitoso = água emulsionada, máquina trabalhando fria ou parada há tempo demais.

  2. 02
    Anote a temperatura mostrada no display em carga plena, no mesmo horário, por 3 dias, e compare com o que a máquina sempre fez.

    Não interessa o número absoluto e sim a variação: subiu 10 a 15 graus em relação ao histórico da própria máquina, tem defeito instalado (radiador sujo, sala sem exaustão, termostática, nível de óleo) mesmo que ainda não tenha alarme. É o melhor indicador antecipado de problema em parafuso.

  3. 03
    Teste de vazamento da rede: com a produção 100% parada e o compressor ligado, feche o registro geral da fábrica e cronometre quanto tempo o compressor fica em alívio até precisar carregar de novo.

    Se ele volta a carregar em poucos minutos com a fábrica parada, o ar está saindo por vazamento na rede - e nenhuma troca de peça no compressor vai resolver a conta de energia. Se fica horas em alívio, a rede está estanque e o problema é da máquina ou do dimensionamento.

  4. 04
    Encoste um pano branco limpo (ou papel toalha) no ponto de uso mais distante por 30 segundos, com o ar aberto.

    Mancha oleosa amarelada = óleo passando (separador, scavenge, nível). Gotas de água = falta de secagem/purga. Sujeira preta/carepa = tubulação corroída por dentro. Isso diz, em 30 segundos, se o serviço é no compressor ou no tratamento de ar.

Como funciona o conserto de compressor de parafuso

01

Diagnóstico

Recebemos o equipamento, identificamos o defeito e avaliamos o estado das peças.

02

Orçamento

Enviamos um orçamento claro, sem compromisso, com prazo e valores antes de iniciar.

03

Reparo

Executamos o conserto com peças originais e processos padronizados de fábrica.

04

Entrega com garantia

Testamos o equipamento e devolvemos funcionando, com garantia no serviço.

Dúvidas sobre conserto de compressor de parafuso

Vocês consertam compressores de parafuso de qual marca?

Somos assistência técnica autorizada de Schulz, Chiaperini nesta categoria, com peças originais e garantia no serviço. Atendemos 11 modelos catalogados e avaliamos outros conforme a disponibilidade de peça.

O orçamento do conserto é gratuito?

Sim. Fazemos o diagnóstico e informamos o que o equipamento precisa, sem compromisso. O reparo só é executado depois da sua aprovação.

Vale a pena recuperar a unidade compressora ou é melhor comprar um compressor novo?

Depende de três números: horas totais da máquina, estado do casco e dos rotores, e o quanto ela ainda serve à sua demanda. Recuperação (troca de rolamentos, retentores, rasqueteamento e ajuste de folgas) costuma custar uma fração relevante do preço de uma máquina nova - e faz sentido quando o casco e o perfil dos rotores estão íntegros e a máquina ainda é do tamanho certo para a fábrica. Não vale a pena quando: os rotores estão riscados/comidos por entrada de sujeira ou por travamento (aí entra recuperação de rotor, e o custo se aproxima perigosamente do de uma unidade nova), quando a máquina já é muito antiga e a peça é difícil, ou quando ela está subdimensionada/superdimensionada para o consumo atual - nesse caso você estaria pagando para consertar o equipamento errado. Nós abrimos, medimos e apresentamos o orçamento com essa comparação explícita: se o conserto passar de um percentual em que o novo (ou um seminovo revisado com garantia) compensa, nós dizemos isso.

De quanto em quanto tempo eu troco o óleo, os filtros e o separador?

Por horímetro, não por calendário - e conforme o manual do SEU modelo, porque muda entre as linhas. Regra prática de campo: o óleo mineral tem intervalo bem mais curto que o sintético (a Schulz tem óleo com especificação de 4.000 horas, por exemplo, mas há modelos e óleos com intervalo de 1.000 a 2.000 horas); filtro de óleo normalmente acompanha a troca de óleo; filtro de ar depende do ambiente e, em marcenaria, marmoraria ou funilaria, pode ser muito mais frequente que o manual; elemento separador é o item que mais gente esquece e tem referência de mercado em torno de 1.000 horas ou 6 meses, reduzindo em ambiente quente e úmido. Duas correções importantes: (1) óleo também vence por TEMPO, então máquina de reserva ou alugada parada precisa de troca mesmo sem horas; (2) em Brasília, na seca com poeira, o intervalo de filtro de ar e limpeza de radiador precisa ser encurtado em relação ao número do manual.

Posso usar óleo de motor ou um óleo similar mais barato?

Não. Óleo de motor tem aditivo detergente e tendência a espumar; óleo espumado atravessa o elemento separador e vai parar na sua linha de ar, e ainda carboniza dentro da unidade a quente, virando verniz que entope o retorno de óleo e o trocador. O que economiza R$ 300 no balde custa uma unidade compressora meses depois - e é um dos motivos mais comuns de perda de garantia. Óleo similar de qualidade, na especificação correta, é discussão legítima; óleo de motor não é.

Compensa comprar compressor de parafuso usado?

Compensa se você conseguir ver três coisas antes de pagar: horímetro real e histórico de manutenção documentado, laudo/teste de vazão com a máquina em carga, e o estado do óleo e da unidade compressora. Sem isso, você está comprando uma caixa fechada onde o item mais caro (unidade compressora) pode estar no fim. Nossa recomendação honesta: usado sem procedência só vale a pena se o preço já embutir o custo de uma recuperação de unidade. Seminovo revisado por assistência, com relatório e garantia, custa mais e ainda assim costuma sair mais barato que um 'achado' de marketplace.

É melhor comprar ou alugar o compressor?

Alugar faz sentido quando: a demanda é temporária (obra, sazonalidade, campanha de produção), quando você não quer imobilizar capital, quando precisa de backup durante uma parada/revisão da sua máquina, ou quando quer previsibilidade de custo - na locação a manutenção é nossa. Comprar faz sentido quando o uso é contínuo, permanente e o payback do equipamento fecha em prazo razoável frente ao aluguel. Cliente com produção 24 horas e demanda estável quase sempre compra; obra, evento e demanda incerta quase sempre aluga. E existe o meio-termo que poucos consideram: comprar a máquina principal e manter contrato de locação de emergência para não parar a fábrica.

A Alta Pressão segue avançando com compromisso, qualidade e excelência, sempre ao lado dos nossos clientes e parceiros.

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